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Eleições

Gás natural e energias renováveis são destaques na política energética de Lula para 2007-2010

30/08/2006 | 00h00

Incentivo à exploração e produção de gás natural, ênfase em energias renováveis, e apoio à indústria naval, são alguns dos principais pontos sobre política energética contemplados no Programa de Governo do candidato à reeleição para presidência da República, Luís Inácio Lula da Silva.

O documento foi divulgado nesta quarta-feira (29/08) em São Paulo e dá as diretrizes gerais para as ações governamentais no período de 2007-2010, caso Lula seja reeleito. Os outros partidos que disputam a Presidência do país ainda não divulgaram seus Programas de Governo. A assessoria da condidata do P-Sol informou que o programa do partido deverá ser divulgado ainda na primeira quinzena de setembro.

O incentivo à exploração e produção de gás natural é adotado com o objetivo de garantir no curto prazo a independências dessa fonte energética. Parte do plano de aproveitamento do gás natural, está incluído como prioridade estratégica os investimentos nas malhas de gasodutos, especialmente para conclusão dos gasodutos Coari-Manaus, no Amazonas, e Gasene, ligando as malhas de transporte gasífero do Sudeste e do Nordeste.

Ainda em referência ao insumo energético, o Programa assume o objetivo estratégico de garantir gás para setores industriais. No texto do documento se lê o objetivo de "garantir o fornecimento de gás natural para que se viabilize a construção e operação da Siderúrgica do Ceará". A meta está sendo objetivada pela Petrobras, que já tem projeto em andamento para a instalação de um navio de GNL do porto de Pecém, a fim de garantir o insumo para a região.

As medidas voltadas para energias renováveis são várias. Entre elas, a consolidação dos pólos de biocombustíveis, incentivando a formação de cadeias produtivas, integrando produtores rurais das matérias-primas, setor de máquinas e equipamentos e institutos de pesquisa para o desenvolvimento de novas gerações de biocombustíveis.

O Plano de Governo para 2007-2010 também prevê o incentivo à exportação de tecnologia de biocombustíveis e derivados para América Latina e África, afim de incentivar a formação de um mercado internacional para os agroenergéticos.

Também é contemplada a criação de mecanismos de regulação da produção de etanol, a implantação de um sistema logístico de exportação de forma a consolidar o agroenergético como commodity, além de incentivo ao fomento de fontes alternativas de energia como a eólica no Nordeste e biomassa, no Sul e Sudeste do país.

Além destes aspectos diretamente ligados ao setor energético, o Plano de Governo da co-ligação que apoia o presidente prevê o incentivo à indústria naval, principalmente de construção de plataformas e petroleiros, e à Petroquímica, priorizando entre as atividades do setor a construção do Pólo Petroquímico do Rio de Janeiro.



Fonte: Redação
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