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Preços

Gás natural boliviano deverá ter reajuste entre 14% e 20% este mês

04/04/2006 | 00h00

A elevação do preço do barril do petróleo nos últimos meses deverá fazer a Petrobras aumentar este mês o preço do gás natural importado da Bolívia entre 14% e 20% para as distribuidoras. A estimativa foi feita nesta terça-feira (4/4) pelo sócio-fundador do Centro Brasileira de Infra-Estrutura (CBIE), Adriano Pires, durante palestra promovida pela Câmara Britânica de Comércio e Indústria no Brasil (Britcham). Segundo Pires, essa variação corresponde à variação do valor da cesta de derivados utilizada pela estatal para calcular o preço do produto a cada trimestre. Esse foi o critério utilizado no aumento de 14% anunciado em janeiro, quando o gás natural boliviano subiu para US$ 4,40, incluído o custo de transporte.

O especialista da CBIE disse, no entanto, que a decisão de repassar o aumento de custos ser influenciada pelo calendário eleitoral. “A Petrobras tenderá a buscar a melhor equação para fazer um reajuste que não cause impacto negativo no cenário eleitoral, mas que, ao mesmo tempo, contenha a demanda”, disse. Em relação aos recentes discursos feitos pelo presidente Boliviano, Evo Morales, no qual sinalizou com rompimentos unilaterais dos contratos assinados pelas operadoras estrangeiras que atuam no país andino, Adriano Pires avalia que o cenário ainda apresenta muitas incertezas. “Acho que a Bolívia vai propor o mesmo que o governo da Venezuela, que é a formação de uma economia mista. A dúvida é se isso vai valer para as concessões já assinadas ou em relação às futuras. Se for para valer daqui para a frente é um estrago menor e é um direito que ele tem”.

Em sua palestra realizada na Britcham, o sócio-fundador da CBIE comentou as duas propostas para a Lei do Gás que tramitam no Congresso, sendo uma no Senado, de autoria do senador baiano Rodolpho Tourinho (PFL-BA), e outra na Câmara, apresentada pelo governo federal. Adriano Pires disse que o projeto de é a melhor alternativa, entre outras razões porque porque promove a competitividade no setor ao estabelecer concessões para o transporte em gasodutos. Essas licenças seriam administradas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e substituiriam o atual sistema de autorizações.



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