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Insumo

Gás importado faz o Sul pagar R$ 20 milhões a mais por mês

07/08/2014 | 09h35

 

O gás natural que abastece o Sul do Brasil custa R$ 20 milhões a mais por mês para a região. Isso ocorre porque o metro cúbico do insumo, que vem da Bolívia, é R$ 0,13 mais caro em relação ao preço do gás nacional que abastece outros Estados. A informação é do consultor do Projeto + Gás, Ricardo Azambuja Pinto, que participou de reunião promovida pelo Fórum Industrial Sul, na sede da Federação das Indústrias de Santa Catarina (FIESC), na quarta-feira (6), em Florianópolis. “A região está sendo fortemente afetada pela metodologia dos contratos. Essa situação para a indústria e para o mercado é perversa”, afirmou.
Na opinião do especialista, o Sul está numa armadilha quando precisa tomar decisões sob a ótica energética. Para atrair novos investimentos são necessários: acesso ao gás, entrega do insumo de forma consistente e contratos de longo prazo, além de preço justo. “São elementos que não existem hoje para a região”, concluiu. Ricardo também ressaltou que em 2019 vence o contrato de fornecimento e as negociações do Brasil com o país vizinho precisam ser trabalhadas, especialmente porque está em jogo o fornecimento e o preço do insumo.
Na reunião, o presidente da FIESC, Glauco José Côrte, afirmou que o cenário atual gera preocupação para a indústria. “A limitação da oferta de gás para região, a capacidade de transporte do Gasbol praticamente esgotada e o término no fornecimento de gás da Bolívia geram incertezas no abastecimento e no preço do insumo”, afirmou, destacando que a indústria espera que a renovação do contrato com o País vizinho seja feita com redução de valores.
Côrte também informou que o Fórum Industrial Sul e as companhias que distribuem gás na região contrataram um estudo que busca responder a uma questão levantada pelo governo que é a indicação de demanda. “Quando fomos ao Ministério de Minas e Energia expor a necessidade de ampliar o abastecimento nos disseram que era preciso comprovar demanda”, disse. O presidente da FIESC ressaltou ainda que não foram contemplados no Plano Decenal de Expansão da Malha de Transporte Dutoviário (PEMAT, ciclo 2013 – 2022) investimentos na área de gás para a região Sul.
O estudo está sendo elaborado pela Gas Energy. O presidente do conselho de administração da empresa, Marco Tavares, afirmou que existe demanda reprimida de gás. “O que faz a demanda é a oferta competitiva. Se existem indústrias, carros e pessoas, existe demanda para gás natural. O que estamos levando para o governo é quase uma resposta do que já foi feito. É uma abordagem para explicar o óbvio”, afirmou, ressaltando que há diversos trabalhos comprovando a existência da demanda.
Ainda no encontro, o presidente da Abrace, Paulo Pedrosa, disse que a política energética tem sido “destrutiva” para a indústria nacional. “Não se discute o futuro da indústria sem discutir o futuro do gás”, afirmou. A instituição reúne grandes consumidores industriais do insumo no Brasil.

O gás natural que abastece o Sul do Brasil custa R$ 20 milhões a mais por mês para a região. Isso ocorre porque o metro cúbico do insumo, que vem da Bolívia, é R$ 0,13 mais caro em relação ao preço do gás nacional que abastece outros Estados.

A informação é do consultor do Projeto + Gás, Ricardo Azambuja Pinto, que participou de reunião promovida pelo Fórum Industrial Sul, na sede da Federação das Indústrias de Santa Catarina (Fiesc), na quarta-feira (6), em Florianópolis.

“A região está sendo fortemente afetada pela metodologia dos contratos. Essa situação para a indústria e para o mercado é perversa”, afirmou.

Na opinião do especialista, o Sul está numa armadilha quando precisa tomar decisões sob a ótica energética. Para atrair novos investimentos são necessários: acesso ao gás, entrega do insumo de forma consistente e contratos de longo prazo, além de preço justo. “São elementos que não existem hoje para a região”, concluiu.

Ricardo também ressaltou que em 2019 vence o contrato de fornecimento e as negociações do Brasil com o país vizinho precisam ser trabalhadas, especialmente porque está em jogo o fornecimento e o preço do insumo.

Na reunião, o presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, afirmou que o cenário atual gera preocupação para a indústria.

“A limitação da oferta de gás para região, a capacidade de transporte do Gasbol praticamente esgotada e o término no fornecimento de gás da Bolívia geram incertezas no abastecimento e no preço do insumo”, afirmou, destacando que a indústria espera que a renovação do contrato com o País vizinho seja feita com redução de valores.

Côrte também informou que o Fórum Industrial Sul e as companhias que distribuem gás na região contrataram um estudo que busca responder a uma questão levantada pelo governo que é a indicação de demanda. “Quando fomos ao Ministério de Minas e Energia expor a necessidade de ampliar o abastecimento nos disseram que era preciso comprovar demanda”, disse.

O presidente da Fiesc ressaltou ainda que não foram contemplados no Plano Decenal de Expansão da Malha de Transporte Dutoviário (PEMAT, ciclo 2013 – 2022) investimentos na área de gás para a região Sul.

O estudo está sendo elaborado pela Gas Energy. O presidente do conselho de administração da empresa, Marco Tavares, afirmou que existe demanda reprimida de gás. “O que faz a demanda é a oferta competitiva. Se existem indústrias, carros e pessoas, existe demanda para gás natural.

O que estamos levando para o governo é quase uma resposta do que já foi feito. É uma abordagem para explicar o óbvio”, afirmou, ressaltando que há diversos trabalhos comprovando a existência da demanda.

Ainda no encontro, o presidente da Abrace, Paulo Pedrosa, disse que a política energética tem sido “destrutiva” para a indústria nacional.

“Não se discute o futuro da indústria sem discutir o futuro do gás”, afirmou.

A instituição reúne grandes consumidores industriais do insumo no Brasil.



Fonte: Fiesc
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