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Internacional

Gás de xisto americano reduz custo de energia de empresas no México

02/07/2013 | 11h23

 

O boom do gás de xisto nos Estados Unidos está se consolidando como uma importante vantagem competitiva para a indústria de transformação... mexicana.
As exportações de gás natural dos EUA para o México atingiram um recorde nos últimos 12 meses, ajudando a manter baixos os custos de energia no país, num período em que sua indústria vem crescendo rapidamente.
Novos gasodutos previstos, que permitirão um crescimento mais rápido de importações originadas dos EUA, fortalecerão e assegurarão esse trunfo, ajudando o México a gozar de uma vantagem competitiva em relação a outras economias emergentes enquanto a produção americana de xisto permanecer vigorosa.
Os custos trabalhistas na indústria chinesa ultrapassaram os mexicanos, no ano passado, devido às altas taxas de inflação salarial - e os custos de energia na China também são bem maiores.
A produção industrial mexicana veio caindo, neste ano, mas seus custos mais baixos e a proximidade em relação aos EUA - que reduz os custos de transporte e melhora a flexibilidade - devem tornar o país cada vez mais competitivo como local de produção, dizem analistas.
Diversas companhias, como as fabricantes de automóveis japonesas Honda e Nissan e a americana General Motors, anunciaram recentemente novos investimentos no México.
Hal Sirkin, da consultoria BCG, espera ainda mais: "Podemos não ter ainda realmente detectado [o que está acontecendo] nos dados de investimentos, mas o México está sendo discutido nos conselhos de administração das empresas, e o país está parecendo atraente".
As exportações de gás dos Estados Unidos para o México cresceram 19%, para 620 bilhões de pés cúbicos, no último ano, atendendo cerca de 20% da demanda. A produção nacional está em declínio devido à falta de investimentos pela Pemex, a companhia petrolífera nacional.
Nesse ritmo, os dutos dos EUA para o México estavam repletos, obrigando o governo a importar gás natural liquefeito caro, que custa mais de quatro vezes mais do que o gás americano, a cerca de US$ 3,60 por milhão de unidades térmicas britânicas.
O México planeja mais que dobrar sua capacidade de importação dos EUA com o projeto do gasoduto Ramones, sua maior obra de infraestrutura no setor de energia em 40 anos. A primeira fase está prevista para entrar em operação no próximo ano.

O boom do gás de xisto nos Estados Unidos está se consolidando como uma importante vantagem competitiva para a indústria de transformação... mexicana.


As exportações de gás natural dos EUA para o México atingiram um recorde nos últimos 12 meses, ajudando a manter baixos os custos de energia no país, num período em que sua indústria vem crescendo rapidamente.


Novos gasodutos previstos, que permitirão um crescimento mais rápido de importações originadas dos EUA, fortalecerão e assegurarão esse trunfo, ajudando o México a gozar de uma vantagem competitiva em relação a outras economias emergentes enquanto a produção americana de xisto permanecer vigorosa.


Os custos trabalhistas na indústria chinesa ultrapassaram os mexicanos, no ano passado, devido às altas taxas de inflação salarial - e os custos de energia na China também são bem maiores.


A produção industrial mexicana veio caindo, neste ano, mas seus custos mais baixos e a proximidade em relação aos EUA - que reduz os custos de transporte e melhora a flexibilidade - devem tornar o país cada vez mais competitivo como local de produção, dizem analistas.


Diversas companhias, como as fabricantes de automóveis japonesas Honda e Nissan e a americana General Motors, anunciaram recentemente novos investimentos no México.


Hal Sirkin, da consultoria BCG, espera ainda mais: "Podemos não ter ainda realmente detectado [o que está acontecendo] nos dados de investimentos, mas o México está sendo discutido nos conselhos de administração das empresas, e o país está parecendo atraente".


As exportações de gás dos Estados Unidos para o México cresceram 19%, para 620 bilhões de pés cúbicos, no último ano, atendendo cerca de 20% da demanda. A produção nacional está em declínio devido à falta de investimentos pela Pemex, a companhia petrolífera nacional.


Nesse ritmo, os dutos dos EUA para o México estavam repletos, obrigando o governo a importar gás natural liquefeito caro, que custa mais de quatro vezes mais do que o gás americano, a cerca de US$ 3,60 por milhão de unidades térmicas britânicas.


O México planeja mais que dobrar sua capacidade de importação dos EUA com o projeto do gasoduto Ramones, sua maior obra de infraestrutura no setor de energia em 40 anos. A primeira fase está prevista para entrar em operação no próximo ano.

 



Fonte: Valor Econômico
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