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Petrobras

Gabrielli participa de Fórum sobre Energia em Nova York

05/12/2011 | 10h46
O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, participou na quinta (1º), em Nova York, do 5º Global Energy Outlook Forum, promovido pela agência Platts, uma das líderes mundiais em informações sobre energia e commodities. Como convidado de honra, Gabrielli falou sobre o pioneirismo da Petrobras nas operações em águas ultraprofundas e sobre o desenvolvimento da indústria do petróleo no Brasil.

O executivo destacou a demanda crescente por energia em mercados emergentes, como Brasil, China e Índia. “Por volta do ano 2000, os países membros da OECD (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) consumiram, em média, 48 milhões de barris de petróleo por dia. Em 2010, o consumo foi reduzido para 46 milhões por dia. Como contraste, durante o mesmo período, a demanda de países fora da OECD cresceu de 28 para 40 milhões de barris por dia”, disse. Para Gabrielli, as perspectivas de crescimento dos países emergentes estão fortemente estabelecidas.

O tema do fórum este ano foi “A Busca Global por uma Energia Limpa” e as principais discussões durante o dia trataram de temas como a relação entre a demanda mundial por energia e as reservas disponíveis, economia sustentável e consumo consciente. Neste sentido, José Sergio Gabrielli de Azevedo ressaltou a importância dos investimentos em eficiência energética e o papel de destaque dos biocombustíveis para a construção de um futuro sustentável. “É importante ressaltar as principais variáveis para que a produção de etanol tenha sucesso: terra, água e o equilíbrio entre a produção de etanol e de alimentos. O Brasil tem sucesso em cada um desses quesitos e condições para aumentar a produção sem causar danos ambientais. Estimativas hoje demonstram que para atender a demanda de etanol em 2017 o Brasil precisa utilizar apenas 2,5% da sua área destinada para agricultura”, explicou.

À tarde, Gabrielli participou de uma entrevista coletiva, na qual falou sobre questões como perspectivas para o preço do barril de petróleo e a questão da mão de obra no Brasil. “Não temos nenhum problema com a mão de obra local. Pensando no futuro, estamos treinando 290 mil trabalhadores em diferentes ocupações para resolver as questões da cadeia de fornecedores. Já treinamos 79 mil pessoas com o mesmo objetivo”, informou o presidente.


Fonte: Agência Petrobras
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