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Empresas

Gabrielli confirma construção dos oito cascos em Rio Grande

27/04/2010 | 12h06

A estatal decidiu deixar de fazer projetos "sob encomenda" e passou a adotar a contratar em grandes blocos. Antes, a Petrobras comprava um navio, mandava reformular o casco e encomendava módulos de geração de energia, produção e separação de óleo, compressão de gás e outros a serem adaptados a esse casco.

 

Agora, todos os cascos e equipamentos serão padronizados e contratados em blocos a estaleiros e outros fornecedores.

 

"Vamos fazer em série com um padrão único. Isso vai reduzir muito os custos", disse Sérgio Gabrielli presidente da Petrobras , sem revelar de quanto será a economia.

 

Os primeiros oito cascos serão feitos pela empreiteira W Torre, no estaleiro Rio Grande (RS). O valor não foi revelado, mas um navio-plataforma completo custa entre US$ 2 bilhões e US$ 3 bilhões.

 

Gabrielli disse não acreditar que contratos maiores com uma única empreiteira vá criar obstáculos junto ao TCU -que viu indícios de superfaturamento nas obras do Comperj, do gasoduto Coari-Manaus e na refinaria Abreu e Lima (PE).

 

Segundo ele, o tribunal avalia as obras da estatal com parâmetros "inadequados" à indústria do petróleo ao utilizar, por exemplo, dados de estradas para serviços de terraplanagem. "O TCU analisa com a mesma severidade despesas [de empregados] com um ovo cozido em hotéis e grandes projetos [de plataforma e gasodutos."



Fonte: Folha de São Paulo
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