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Internacional

Fusões e aquisições (M&A) no valor de US$ 39 bilhões agitam os primeiros três meses de 2017

24/04/2017 | 10h06
Fusões e aquisições (M&A) no valor de US$ 39 bilhões agitam os primeiros três meses de 2017
Divulgação Divulgação

No Mar do Norte a Shell concordou com a venda de ativos para a Chrysaor, apoiada pela Harbor e pela EIG Global, um negócio de US$ 3,8 bilhões, enquanto a Delek Group disse que pagaria cerca de US$ 1 bilhão pela participação do restante de 80,3% na Ithaca Energy.

A ExxonMobil anunciou um desinvestimento de US$ 1 bilhão de campos da plataforma continental norueguesa operados para a HitecVision-backed Point Resources.

Mangesh Hirve, COO da Derrick‎ Petroleum Services, disse que o private equity "se tornou ativo" durante o período.

Canadá. Sessenta e cinco por cento dos US$ 39 bi foram contabilizados por transações canadenses, impulsionado por duas megas operações de areias petrolíferas (oil sands).

A ConocoPhillips alienou as‎ oil sands e os ativos de gás para a Cenovus por US$ 13,3 bilhões e a Shell vendeu projetos de betume para a Canadian Natural Resources por US$ 8,5 bilhões.

Nos EUA, foram anunciados US$ 23 bilhões em negócios de M&A durante os três meses, elevando o total global acima de US$ 60 bilhões.

Significa dizer que o primeiro trimeste de 2017 foi o primeiro mais forte na última década para M&A no upstream.

Quatorze dos 20 maiores negócios dos EUA estavam na Bacia Permiana no sudeste do Texas, incluindo os três maiores.

No México. A ExxonMobil adquiriu os ativos da Delaware Basin no Novo México da Bass Brothers por US$ 5,6 bilhões, a Noble Energy anunciou a compra de US$ 3,2 bilhões da Clayton Williams, e a Parsley Energy adquiriu US$ 2,8 bilhões na área de Midland, de Double Eagle Energia.

"Os negócios da Permian continuaram a dominar o mercado de fusões e aquisições nos Estados Unidos, atingindo um novo recorde trimestral de US$ 17 bilhões em valor negociado", disse o diretor-gerente da Derrick, Ajit Thomas.

E continua: "Os compradores estavam na disputa colocar as mãos no que podiam na melhor jogada apertada do mundo antes que todas as oportunidades fossem aproveitadas".

Já na África, a ExxonMobil adquiriu 25% de participação na Área-4, Moçambique da Eni e a Shell desmembrou os ativos do Gabão para o Grupo Carlyle, apoiando a Assala Energy.

Tullow Oil de Londres apresentou interesse no projeto Lake Albert de Uganda à CNOOC da China e à francesa Total.

O mundo dos negócios do upstream começou o ano bastante agitado!



Fonte: Redação
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