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Pesquisa

Fusões e aquisições em petróleo e gás têm ligeira queda no trimestre, aponta KPMG

14/11/2012 | 10h48

 

Fusões e aquisições em Petróleo e gás têm ligeira queda no trimestre, aponta KPMG
 
A indústria de Petróleo e Gás no Brasil protagonizou no terceiro trimestre deste ano oito operações de fusões e aquisições, cerca de 27% a menos do que o mesmo período do ano passado, quando foram registradas 11 transações. No comparativo do acumulado do ano, o setor também apura uma ligeira queda: foram 16 negócios nos nove meses de 2012, contra 18 em 2011 em período equivalente. Os números constam da Pesquisa deFusões e Aquisições realizada trimestralmente pela KPMG com 43 setores econômicos nacionais.
Das oito operações deste trimestre, cinco foram domésticas, uma do tipo CB1*, uma CB3* e uma CB4*. Já no ano todo, foram feitas seis operações domésticas, três do tipo CB1*, duas CB2*, três CB3* e duas CB4*.
“O setor vivia em compasso de espera ante o anúncio do governo sobre a realização da nova rodada de licitação para blocos exploratórios. Essa preocupação se refletiu nos números da pesquisa que mostrou uma ligeira queda nas operações. Mas, como já houve uma sinalização positiva, acreditamos que as expectativas sejam boas para os próximos anos e que o apetite do investidor para o setor aumente cada vez mais, especialmente em razão da exploração do pré-sal”, avalia o sócio da KPMG Paulo Guilherme Coimbra.

A indústria de Petróleo e Gás no Brasil protagonizou no terceiro trimestre deste ano oito operações de fusões e aquisições, cerca de 27% a menos do que o mesmo período do ano passado, quando foram registradas 11 transações. No comparativo do acumulado do ano, o setor também apura uma ligeira queda: foram 16 negócios nos nove meses de 2012, contra 18 em 2011 em período equivalente. Os números constam da Pesquisa deFusões e Aquisições realizada trimestralmente pela KPMG com 43 setores econômicos nacionais.

 


Das oito operações deste trimestre, cinco foram domésticas, uma do tipo CB1*, uma CB3* e uma CB4*. Já no ano todo, foram feitas seis operações domésticas, três do tipo CB1*, duas CB2*, três CB3* e duas CB4*.

 

“O setor vivia em compasso de espera ante o anúncio do governo sobre a realização da nova rodada de licitação para blocos exploratórios. Essa preocupação se refletiu nos números da pesquisa que mostrou uma ligeira queda nas operações. Mas, como já houve uma sinalização positiva, acreditamos que as expectativas sejam boas para os próximos anos e que o apetite do investidor para o setor aumente cada vez mais, especialmente em razão da exploração do pré-sal”, avalia o sócio da KPMG Paulo Guilherme Coimbra.

 

 

A Pesquisa de Fusões e Aquisições da KPMG no Brasil é realizada trimestralmente e apura as operações de fusões e aquisições efetivamente concluídas e divulgadas envolvendo empresas no presente no país.

 

A atual edição do estudo considera as operações de fusões e aquisições anunciadas e concluídas entre 1° de janeiro e 30 de setembro de 2012. O levantamento é realizado sistematicamente desde 1994.



Fonte: Redação TN
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