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Energia

Furnas se precipitou ao divulgar vitória em leilão, dizem Aneel e CCEE

17/12/2010 | 16h28
O presidente do Conselho de Administração da Câmara de Comercialização de Energia Elétrica (CCEE), Antônio Carlos Fraga Machado, e o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Nelson Hubner, classificaram como “precipitada” a postura de Furnas Centrais Elétricas de anunciar sua vitória na disputa pela usina hidrelétrica de Teles Pires antes da finalização do leilão.


“Furnas ainda não tinha vencido quando a informação foi divulgada. Ela havia apenas ganho o direito de participação em uma das fases do leilão, devendo disputar uma segunda etapa com outros participantes”, explicou Machado. “Ela poderia ter perdido”, complementou.


Hubner destacou que uma companhia só ganha o direito sobre uma usina quando vence a segunda etapa da disputa. “Portanto, ela realmente se precipitou, embora isso não tenha alterado em nada o resultado do leilão. Furnas entrou para ganhar, era impossível competir com esse preço”, afirmou.


A companhia postou no Twitter e em seu site uma nota comentando os resultados da disputa antes mesmo de a informação ser oficializada pela CCEE. A confirmação foi feita minutos mais tarde, ao término do leilão de energia elétrica gerada por fonte hídrica, que aconteceu nesta sexta-feira, em São Paulo.


Além de Teles Pires, outras duas usinas - Estreito Parnaíba e Cachoeira, ambas no Piauí - e pequenas centrais hidrelétricas (PCHs) foram a leilão, mas não despertaram o interesse dos participantes.


De acordo com o presidente da Empresa de Pesquisa Energética (EPE), Maurício Tolmasquim, essas usinas poderão voltar a ser leiloadas no próximo ano. Segundo ele, a falta de lances neste leilão provavelmente foi decorrente da grande quantidade de exigências ambientais.


“O volume de exigência foi parecido com o de uma usina grande. Em uma usina com investimento muito alto, a componente ambiental se torna pequena. Mas, numa usina pequena, a participação do ambiental é relativamente importante. Se há muitas exigências, isso pode inviabilizar a economicamente o projeto”, avaliou.


Fonte: Valor Online
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