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Energia

Furnas comemora 56 anos

01/03/2013 | 09h55

 

Mais de 40% da energia consumida no Brasil passa pelo sistema de Furnas, que utiliza a força da água para gerar 95% de sua energia por meio de hidrelétricas, o equivalente a 10.400 MW. São 15 usinas hidrelétricas, duas termelétricas, aproximadamente 20 mil quilômetros de linhas de transmissão e 54 subestações. Neste cenário, a empresa de energia completou na última quinta-feira (28) 56 anos de existência conduzindo o maior processo de reestruturação da história da companhia e registrando, em 2012, o maior orçamento de investimento dos últimos 12 anos: R$ 2,63 bilhões, executado em percentual recorde, de 91%.
Durante solenidade em comemoração, realizada na sede da companhia, no Rio, o presidente Flavio Decat destacou as mudanças implementadas na estrutura da empresa para adequá-la ao modelo de setor elétrico implantado em 2004 e ajustado no ano passado pela Medida Provisória (MP) 579.
“Nosso objetivo é que a reestruturação resulte em uma empresa mais ágil, enxuta e em condições de competir em um modelo de negócios que prioriza a modicidade tarifária. Nesse meio tempo, não deixaremos de fazer os investimentos necessários”, afirmou.
O presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, ressaltou as reformulações que irão conduzir Furnas nos próximos 50 anos. “Tenho certeza que os novos desafios serão vencidos. Estamos mantendo todos os ativos do Sistema Eletrobras cujas concessões venceriam até 2017. Os investimentos que já foram remunerados para a empresa agora estão sendo remunerados em favor do consumidor e do desenvolvimento do Brasil. Naturalmente que isso reduz a nossa receita, mas as providências estão sendo tomadas para reduzirmos os impactos sem qualquer ônus aos funcionários”, disse.
Na ocasião foram homenageadas 28 personalidades que prestaram relevantes serviços a Furnas, ao setor elétrico e ao país, entre elas o presidente da Autoridade Pública Olímpica, Márcio Fortes, que agradeceu a colaboração da empresa para receber os Jogos de 2016. “O projeto olímpico depende, sobretudo, de energia. Não só para iluminação, mas para transmissão de dados, de televisão, telecomunicações, logística, tudo demanda energia".
Reestruturação
O processo de reestruturação de Furnas teve início em agosto de 2011 com a criação de uma Diretoria de Negócios, dedicada à formação de parcerias, busca de novos empreendimentos rentáveis, participação em leilões, gestão societária das 35 Sociedades de Propósito Específico das quais a empresa participa, comercialização de energia e serviços.
As antigas diretorias de Engenharia e de Construção foram fundidas em uma única, denominada Diretoria de Expansão. A Diretoria de Operação foi desonerada de atribuições administrativas e de suporte, para melhor focar nas suas atividades de operação e manutenção, e as diretorias Financeira e de Gestão foram otimizadas, inclusive com a criação de um Centro de Serviços Compartilhados. Com isso, foi possível alinhar a empresa ao novo modelo regulatório, e obter um melhor aproveitamento da sinergia entre os negócios de geração e transmissão.
Furnas passou a se apoiar em dois pilares básicos, claros e distintos: o de empresa empreendedora, voltada para os novos negócios e suportada pelos resultados de seus empreendimentos; e o de empresa operadora e mantenedora de seus ativos, sustentada por receitas relativas a tais serviços.
Uma parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em 2012 possibilitou a contratação de uma consultoria de renome internacional para complementação da reestruturação. Batizado de PRO-Furnas, o projeto tem como escopo a otimização de processos e a elaboração de uma estrutura organizacional de referência no mercado internacional. A ação já desenvolveu apurado diagnóstico da situação da empresa, definiu ganhos em eficiência e redução de custos. A previsão para conclusão dos trabalhos da reestruturação é abril de 2013.
O ajuste do quadro funcional da empresa está sendo feito por meio do Plano de Readequação do Quadro de Pessoal (PREQ), para desligamento voluntário de empregados aposentáveis. Por meio de acordos com a Federação Nacional dos Urbanitários e o Ministério Público do Trabalho, com aprovação do Tribunal de Contas da União e do Superior Tribunal Federal, foi viabilizada a saída escalonada dos empregados terceirizados. 
Investimentos
Do orçamento total de 2012, foram investidos R$ 665 milhões no reforço, manutenção e implantação de novos empreendimentos de transmissão. Outros R$ 265 milhões foram investidos na área de meio ambiente e infraestrutura. O parque gerador recebeu cerca de R$ 1,7 bilhão, destacando-se as parcerias nas usinas de Santo Antônio e Teles Pires e as conclusões de Simplício e Batalha. Furnas realizou apenas no ano passado, 33 obras de modernização e reforço em 13 importantes subestações, como parte de seu Plano Geral de Empreendimentos de Transmissão em Instalações em Operação, o PGET.
A empresa reafirma o seu compromisso com a produção de energia limpa e renovável a partir da diversificação de suas fontes de geração, sobretudo no segmento eólico, com a construção de 17 parques no Nordeste do país. Juntas, as centrais geradoras eólicas somam 502 MW de potência instalada.
No segmento hídrico, a empresa segue seu plano de expansão e está construindo quatro novas usinas hidrelétricas - Santo Antonio (RO), Teles Pires (MT/PA), Simplício (RJ/MG) e Batalha (GO/MG), além de 28 linhas de transmissão e 15 subestações, com recursos próprios e em parceria com a iniciativa privada.
Até 2016, Furnas acrescentará mais 5.859 MW ao Sistema Elétrico Brasileiro, um crescimento de 50% em relação aos 11.366 MW atuais, superando 17 mil MW de capacidade instalada. Esses novos projetos representam 131 mil empregos e energia para mais 18,6 milhões de brasileiros.

Mais de 40% da energia consumida no Brasil passa pelo sistema de Furnas, que utiliza a força da água para gerar 95% de sua energia por meio de hidrelétricas, o equivalente a 10.400 MW. São 15 usinas hidrelétricas, duas termelétricas, aproximadamente 20 mil quilômetros de linhas de transmissão e 54 subestações. Neste cenário, a empresa de energia completou na última quinta-feira (28) 56 anos de existência conduzindo o maior processo de reestruturação da história da companhia e registrando, em 2012, o maior orçamento de investimento dos últimos 12 anos: R$ 2,63 bilhões, executado em percentual recorde, de 91%.


Durante solenidade em comemoração, realizada na sede da companhia, no Rio, o presidente Flavio Decat destacou as mudanças implementadas na estrutura da empresa para adequá-la ao modelo de setor elétrico implantado em 2004 e ajustado no ano passado pela Medida Provisória (MP) 579.


“Nosso objetivo é que a reestruturação resulte em uma empresa mais ágil, enxuta e em condições de competir em um modelo de negócios que prioriza a modicidade tarifária. Nesse meio tempo, não deixaremos de fazer os investimentos necessários”, afirmou.


O presidente da Eletrobras, José da Costa Carvalho Neto, ressaltou as reformulações que irão conduzir Furnas nos próximos 50 anos. “Tenho certeza que os novos desafios serão vencidos. Estamos mantendo todos os ativos do Sistema Eletrobras cujas concessões venceriam até 2017. Os investimentos que já foram remunerados para a empresa agora estão sendo remunerados em favor do consumidor e do desenvolvimento do Brasil. Naturalmente que isso reduz a nossa receita, mas as providências estão sendo tomadas para reduzirmos os impactos sem qualquer ônus aos funcionários”, disse.


Na ocasião foram homenageadas 28 personalidades que prestaram relevantes serviços a Furnas, ao setor elétrico e ao país, entre elas o presidente da Autoridade Pública Olímpica, Márcio Fortes, que agradeceu a colaboração da empresa para receber os Jogos de 2016. “O projeto olímpico depende, sobretudo, de energia. Não só para iluminação, mas para transmissão de dados, de televisão, telecomunicações, logística, tudo demanda energia".



Reestruturação


O processo de reestruturação de Furnas teve início em agosto de 2011 com a criação de uma Diretoria de Negócios, dedicada à formação de parcerias, busca de novos empreendimentos rentáveis, participação em leilões, gestão societária das 35 Sociedades de Propósito Específico das quais a empresa participa, comercialização de energia e serviços.


As antigas diretorias de Engenharia e de Construção foram fundidas em uma única, denominada Diretoria de Expansão. A Diretoria de Operação foi desonerada de atribuições administrativas e de suporte, para melhor focar nas suas atividades de operação e manutenção, e as diretorias Financeira e de Gestão foram otimizadas, inclusive com a criação de um Centro de Serviços Compartilhados. Com isso, foi possível alinhar a empresa ao novo modelo regulatório, e obter um melhor aproveitamento da sinergia entre os negócios de geração e transmissão.


Furnas passou a se apoiar em dois pilares básicos, claros e distintos: o de empresa empreendedora, voltada para os novos negócios e suportada pelos resultados de seus empreendimentos; e o de empresa operadora e mantenedora de seus ativos, sustentada por receitas relativas a tais serviços.


Uma parceria com o Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) em 2012 possibilitou a contratação de uma consultoria de renome internacional para complementação da reestruturação. Batizado de PRO-Furnas, o projeto tem como escopo a otimização de processos e a elaboração de uma estrutura organizacional de referência no mercado internacional. A ação já desenvolveu apurado diagnóstico da situação da empresa, definiu ganhos em eficiência e redução de custos. A previsão para conclusão dos trabalhos da reestruturação é abril de 2013.


O ajuste do quadro funcional da empresa está sendo feito por meio do Plano de Readequação do Quadro de Pessoal (PREQ), para desligamento voluntário de empregados aposentáveis. Por meio de acordos com a Federação Nacional dos Urbanitários e o Ministério Público do Trabalho, com aprovação do Tribunal de Contas da União e do Superior Tribunal Federal, foi viabilizada a saída escalonada dos empregados terceirizados.



Investimentos


Do orçamento total de 2012, foram investidos R$ 665 milhões no reforço, manutenção e implantação de novos empreendimentos de transmissão. Outros R$ 265 milhões foram investidos na área de meio ambiente e infraestrutura. O parque gerador recebeu cerca de R$ 1,7 bilhão, destacando-se as parcerias nas usinas de Santo Antônio e Teles Pires e as conclusões de Simplício e Batalha. Furnas realizou apenas no ano passado, 33 obras de modernização e reforço em 13 importantes subestações, como parte de seu Plano Geral de Empreendimentos de Transmissão em Instalações em Operação, o PGET.


A empresa reafirma o seu compromisso com a produção de energia limpa e renovável a partir da diversificação de suas fontes de geração, sobretudo no segmento eólico, com a construção de 17 parques no Nordeste do país. Juntas, as centrais geradoras eólicas somam 502 MW de potência instalada.


No segmento hídrico, a empresa segue seu plano de expansão e está construindo quatro novas usinas hidrelétricas - Santo Antonio (RO), Teles Pires (MT/PA), Simplício (RJ/MG) e Batalha (GO/MG), além de 28 linhas de transmissão e 15 subestações, com recursos próprios e em parceria com a iniciativa privada.


Até 2016, Furnas acrescentará mais 5.859 MW ao Sistema Elétrico Brasileiro, um crescimento de 50% em relação aos 11.366 MW atuais, superando 17 mil MW de capacidade instalada. Esses novos projetos representam 131 mil empregos e energia para mais 18,6 milhões de brasileiros.

 



Fonte: Redação
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