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Paralisação

Petroleiros realizam greve de 24h

28/01/2013 | 11h03

 

Funcionários da Petrobras realizam paralisação em todo o país desde a 0h desta segunda-feira (28). De acordo com o Sindicato dos Petroleiros do Norte do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro), 33 das 45 plataformas da Petrobras na Bacia de Campos estão afetadas. A paralisação deve durar 24h.
Entre os trabalhos interrompidos está a emissão de permissão de trabalho, documento necessário para a realização de procedimentos. Ainda segundo o sindicato, a produção não será reduzida.
As 33 plataformas têm cerca de 150 empregados cada uma, ou seja, quase cinco mil pessoas estão envolvidas na greve somente na Bacia de Campos.
Sindicalistas e trabalhadores não aceitam que a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) seja calculada com base no lucro da empresa. No endereço online do Sindipetro, a nota sobre a greve diz que "a proposta apresentada pela empresa é mais de 50% inferior ao montante que foi distribuído no adiantamento da PLR 2011. Caso o RH não retome a negociação com os representantes sindicais petroleiros, a paralisação na segunda-feira servirá também para preparação de paralisação por tempo indeterminado".
De acordo com coordenador do sindicato, José Maria Rangel, os acionistas são protegidos pelo estatuto da empresa, que em seu artigo 5 do parágrafo 2, preserva a remuneração dos acionistas, independentemente da redução dos lucros. Os trabalhadores reivindicam os mesmos diretos.

Funcionários da Petrobras realizam paralisação em todo o país desde a 0h desta segunda-feira (28). De acordo com o Sindicato dos Petroleiros do Norte do Estado do Rio de Janeiro (Sindipetro), 33 das 45 plataformas da Petrobras na Bacia de Campos estão afetadas. A paralisação deve durar 24h.


Entre os trabalhos interrompidos está a emissão de permissão de trabalho, documento necessário para a realização de procedimentos. Ainda segundo o sindicato, a produção não será reduzida.


As 33 plataformas têm cerca de 150 empregados cada uma, ou seja, quase cinco mil pessoas estão envolvidas na greve somente na Bacia de Campos.


Sindicalistas e trabalhadores não aceitam que a Participação nos Lucros e Resultados (PLR) seja calculada com base no lucro da empresa. No endereço online do Sindipetro, a nota sobre a greve diz que "a proposta apresentada pela empresa é mais de 50% inferior ao montante que foi distribuído no adiantamento da PLR 2011. Caso o RH não retome a negociação com os representantes sindicais petroleiros, a paralisação na segunda-feira servirá também para preparação de paralisação por tempo indeterminado".


De acordo com coordenador do sindicato, José Maria Rangel, os acionistas são protegidos pelo estatuto da empresa, que em seu artigo 5 do parágrafo 2, preserva a remuneração dos acionistas, independentemente da redução dos lucros. Os trabalhadores reivindicam os mesmos diretos.



Fonte: Redação / Agência
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