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Gás natural

Frente Parlamentar quer fortalecer Gás Natural no Estado de São Paulo

26/05/2017 | 11h20

Lançada ontem, quinta-feira (25), na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo (Alesp), a Frente Parlamentar de Apoio ao Desenvolvimento do Gás Natural defende que representantes de órgãos governamentais e sociedade civil ajudem a criar um ambiente que estimule investimentos, disponibilidade em grande escala e expansão da utilização do Gás Natural.

O Deputado João Caramez (PSDB), que presidirá a Frente, afirmou que o Gás Natural deve ser entendido como grande instrumento de desenvolvimento econômico. "Nossa intenção é que essa Frente Parlamentar seja o passo decisivo para que essa fonte de energia limpa e barata ganhe cada vez mais espaço e substitua outras fontes poluentes e caras, tanto nas residências quanto no comércio e nas indústrias", disse Caramez.

Para o Deputado, é inadmissível que o Gás Natural não seja citado nas discussões sobre a substituição do diesel das frotas de ônibus no estado. "Fala-se sobre o uso de biodiesel nas frotas públicas, mas ainda não há menção ao Gás Natural, que é uma fonte muito mais limpa, sustentável e barata. Nosso papel será também levar essa discussão adiante", completou o Caramez.

O gerente executivo de Relações Institucionais da Comgás, Antonio Henrique Gross, apresentou os benefícios do Gás Natural e destacou os investimentos da companhia para renovação da rede de distribuição garantindo aumento da eficiência e da segurança. “Sabemos o quanto as cidades se desenvolvem com a chegado do gás natural, uma vez que favorece principalmente o setor industrial. A Frente Parlamentar será fundamental para levarmos desenvolvimento e competitividade para todas as cidades do estado”, ressaltou Gross.

Walter Piazza, presidente da Gás Brasiliano, defendeu a utilização do Gás Natural em substituição ao Óleo Diesel para geração distribuída de energia elétrica. Além disso, propôs a redução do IPVA para veículos que utilizem GNV - de 4% para 1%.

Estavam presentes ainda na Alesp o diretor-presidente da ARSESP, José Bonifácio de Amaral Filho, o presidente da Gás Natural Fenosa, Bruno Armbrust e o presidente da Algás, Arnóbio Cavalcanti Filho.

 



Fonte: Redação/Assessoria
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