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Combustíveis

Fraudes distorcem preços no mercado

09/11/2004 | 00h00

O desbaratamento da quadrilha que fraudava impostos e adulterava combustíveis e cujos tentáculos agiam em pelo menos três estados foi comemorada pelos policiais envolvidos. Mas há pelo menos um componente curioso na série de prisões realizada ontem.
Embora tenha comemorado a devassa feita pela Polícia Federal em mais uma máfia do setor de combustíveis, o presidente da Federação Nacional do Comércio de Combustíveis e Lubrificantes (Fecombustíveis), Gil Siuffo, ressaltou que, caso os distribuidores ilegais de álcool e gasolina fossem todos subitamente presos e retirados do mercado, o primeiro efeito imediato seria o aumento dos combustíveis.
- Quem compra um litro de álcool de forma legal, na Esso ou na Shell, por exemplo, paga cerca de R$ 1,40. Este posto vai ter que vender o produto dele a pelo menos R$ 1,60. Mas existe posto vendendo álcool no mercado a R$ 1,20. É óbvio que estes fazem parte de uma rede ilegal - aponta Siuffo.
O presidente da Fecombustíveis, no entanto, está longe de defender a existência de redes que burlem a legislação do setor.
- Esta prática canibaliza o setor, porque obriga a concorrência a vender por um preço muito próximo do custo. Hoje, as empresas que não roubam perdem dinheiro - afirma.
Siufo explica ainda que o que se economiza no preço do álcool e da gasolina não compensa, já que os prejuízos decorrentes dos impostos não pagos e dos motores danificados por combustível de baixa qualidade são muito maiores que eventuais vantagens para os consumidores.
- E ainda enriquecem meia dúzia de bandidos.



Fonte: Jornal do Brasil
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