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Empresas

Forship abre filial em Moçambique

15/01/2013 | 10h39

 

A empresa brasileira Forship Engenharia, que atua na área de comissionamento, soluções e outros serviços de engenharia em projetos de óleo e gás, mineração e tecnologia da informação, se prepara para abrir escritório em Moçambique, na África. A nova filial da Forship no exterior, que já tem base em Amsterdã e Cingapura, vai iniciar suas operações em março.
Na África, a empresa pretende atuar em projetos de mineração, apesar de ter foco no mercado de óleo e gás. "Essa iniciativa reforça nossa atuação no mercado africano e está alinhada com a estratégia de internacionalização da companhia", disse Fábio Fares, presidente do grupo Forship ao 'Valor'.
Criada em 1998, a empresa tem como meta para os próximos cinco anos crescer com a entrada em novos mercados. A Forship fecha 2012 com um faturamento de cerca de R$ 60 milhões, prevê Fares. Na avaliação do executivo, há planos para abrir o capital da Forship, que tem capital fechado, mas ela ainda é pequena para fazer uma oferta pública de aços (IPO).
No curto prazo, o plano para garantir uma injeção de capital na empresa, de olho na diversificação dos negócios, passa pela venda de parte das ações para alguns investidores. "A demanda por nossos serviços tem aumentado e hoje está concentrada nas áreas de óleo e gás, energia e agora mineração e para atêndê-la precisamos aumentar o capital".
A Forship é uma das empresas contratadas pela Vale para trabalhar no megaprojeto de carvão de Moatize, em Moçambique. Entre 2009 e 2011 realizou a gestão de comissionamento do projeto da mina de carvão da Vale, e atualmente presta o mesmo serviço de engenharia no projeto do Corredor Nacala, braço logístico da mina de carvão de Moatize.
"Trata-se de um projeto de logística da atender a mina de Moatize, que compreende uma ferrovia ligando a mina de carvão da Vale ao porto de Nacala-Velha, distrito da província de Nampula, no noroeste de Moçambique. Ali, a Vale vai construir também um terminal de águas profundas para escoar o carvão de Moatize", informou.
O empresário planeja também atuar em serviços de engenharia para o setor de óleo e gás em Moçambique. "A Forship pode garantir negócios no país africano na bacia marítima do Rovuna, na província de Cabo Delgado, onde ocorreram recentes descobertas de reservas de gás natural. Isso pode gerar bons serviços para nós neste segmento de mercado".
A operação da Forship no exterior data de 1999, com o estaleiro David, em Quebec, no Canadá, e em estaleiros em Cingapura, no continente asiático. Em 2006, abriu subsidiária na Ásia, mais tarde incorporada a Forship Internacional, em Amsterdã. A ida para Moçambique dá continuidade a trajetória global, que conta ainda com atuações na China, Coreia, Emirados Estados Unidos.
No segmento de óleo e gás, a Petrobras é maior cliente da Forship. Na mineração tem Vale, Anglo American, Samarco e a MBR. A empresa consolida a presença nesses setores com a HMSWebTI, seu braço de tecnologia da informação.

A empresa brasileira Forship Engenharia, que atua na área de comissionamento, soluções e outros serviços de engenharia em projetos de óleo e gás, mineração e tecnologia da informação, se prepara para abrir escritório em Moçambique, na África. A nova filial da Forship no exterior, que já tem base em Amsterdã e Cingapura, vai iniciar suas operações em março.


Na África, a empresa pretende atuar em projetos de mineração, apesar de ter foco no mercado de óleo e gás. "Essa iniciativa reforça nossa atuação no mercado africano e está alinhada com a estratégia de internacionalização da companhia", disse Fábio Fares, presidente do grupo Forship ao 'Valor'.


Criada em 1998, a empresa tem como meta para os próximos cinco anos crescer com a entrada em novos mercados. A Forship fecha 2012 com um faturamento de cerca de R$ 60 milhões, prevê Fares. Na avaliação do executivo, há planos para abrir o capital da Forship, que tem capital fechado, mas ela ainda é pequena para fazer uma oferta pública de aços (IPO).


No curto prazo, o plano para garantir uma injeção de capital na empresa, de olho na diversificação dos negócios, passa pela venda de parte das ações para alguns investidores. "A demanda por nossos serviços tem aumentado e hoje está concentrada nas áreas de óleo e gás, energia e agora mineração e para atêndê-la precisamos aumentar o capital".


A Forship é uma das empresas contratadas pela Vale para trabalhar no megaprojeto de carvão de Moatize, em Moçambique. Entre 2009 e 2011 realizou a gestão de comissionamento do projeto da mina de carvão da Vale, e atualmente presta o mesmo serviço de engenharia no projeto do Corredor Nacala, braço logístico da mina de carvão de Moatize.


"Trata-se de um projeto de logística da atender a mina de Moatize, que compreende uma ferrovia ligando a mina de carvão da Vale ao porto de Nacala-Velha, distrito da província de Nampula, no noroeste de Moçambique. Ali, a Vale vai construir também um terminal de águas profundas para escoar o carvão de Moatize", informou.


O empresário planeja também atuar em serviços de engenharia para o setor de óleo e gás em Moçambique. "A Forship pode garantir negócios no país africano na bacia marítima do Rovuna, na província de Cabo Delgado, onde ocorreram recentes descobertas de reservas de gás natural. Isso pode gerar bons serviços para nós neste segmento de mercado".


A operação da Forship no exterior data de 1999, com o estaleiro David, em Quebec, no Canadá, e em estaleiros em Cingapura, no continente asiático. Em 2006, abriu subsidiária na Ásia, mais tarde incorporada a Forship Internacional, em Amsterdã. A ida para Moçambique dá continuidade a trajetória global, que conta ainda com atuações na China, Coreia, Emirados Estados Unidos.


No segmento de óleo e gás, a Petrobras é maior cliente da Forship. Na mineração tem Vale, Anglo American, Samarco e a MBR. A empresa consolida a presença nesses setores com a HMSWebTI, seu braço de tecnologia da informação.

 



Fonte: Valor Online
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