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Matriz Energética Brasileira

Fontes alternativas vão baixar o preço da energia no Brasil

01/09/2015 | 17h18
Fontes alternativas vão baixar o preço da energia no Brasil
Divulgação Divulgação

 

O Brasil vai substituir fontes mais caras de geração de energia por outras de menor custo. Essa deverá ser a orientação da política energética brasileira, segundo o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Luiz Eduardo Barata. O objetivo é superar o déficit de geração hídrica.
Como atualmente a base energética do Brasil é hidrotérmica, o Ministério vai aumentar a participação de fontes que garantam segurança energética. “Além disso, o Brasil vem buscando a diversificação das fontes, com a inserção de mais energia renovável”, enfatizou Barata, na segunda-feira (31), durante reunião do conselho empresarial de Energia Elétrica da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).
Nesse sentido, fontes como a biomassa e o gás natural terão importante papel na matriz energética brasileira para geração de base térmica e renovável. Para o secretário-executivo, apesar de ainda haver dificuldades, como a escassez de gás no País, essas fontes permitem gerar energia com menor custo do que as usinas térmicas a óleo, o que ajudará a baratear a eletricidade consumida.
Ainda entre os esforços de expansão da oferta de energia, a preços mais compatíveis com o praticado internacionalmente, o secretário-executivo afirmou que o Brasil conta com potencial de crescimento hidrelétrico de 50 mil MW a 60 mil MW. Nesse sentido, o governo vem trabalhando para levar a leilão as usinas do rio Tapajós (PA), como a Usina de São Luiz do Tapajós e a Usina de Jatobá.
"A Empresa de Pesquisa Energética tem planos de construir São Luiz do Tapajós e Jatobá. E nossa expectativa é que tão logo os estudos estejam concluídos possamos licitar São Luiz do Tapajós", afirmou.
Como exemplo dessa política, o secretário mencionou também o 1º Leilão de Energia de Reserva (LER), realizado na sexta-feira (28). Para o secretário, o resultado do leilão, com contratação de 1.043,7 megawatts-pico (MWp) de potência em usinas de energia solar e investimentos previstos de R$ 4,341 bilhões, foi um grande passo para o setor.
A energia nuclear é outra que fará parte desse processo de substituição de fontes. Na próxima década, mais quatro usinas nucleares devem ser instaladas no Brasil. "Há possibilidade de discutirmos o modelo de construção dessas usinas", afirmou Barata.
Potencial de energia solar em flutuadores
Para viabilizar ainda mais a ampliação da energia solar na matriz energética brasileira, Barata relembrou ainda que está em curso um projeto para estudar o potencial de geração de energia solar em flutuadores, colocado na superfície dos reservatórios das hidrelétricas de Balbina e Sobradinho. O resultado desses projetos será analisado e outras experiências poderão ser viabilizadas.

O Brasil vai substituir fontes mais caras de geração de energia por outras de menor custo. Essa deverá ser a orientação da política energética brasileira, segundo o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia, Luiz Eduardo Barata. O objetivo é superar o déficit de geração hídrica.Como atualmente a base energética do Brasil é hidrotérmica, o Ministério vai aumentar a participação de fontes que garantam segurança energética. “Além disso, o Brasil vem buscando a diversificação das fontes, com a inserção de mais energia renovável”, enfatizou Barata, na segunda-feira (31), durante reunião do conselho empresarial de Energia Elétrica da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro (Firjan).

Nesse sentido, fontes como a biomassa e o gás natural terão importante papel na matriz energética brasileira para geração de base térmica e renovável. Para o secretário-executivo, apesar de ainda haver dificuldades, como a escassez de gás no País, essas fontes permitem gerar energia com menor custo do que as usinas térmicas a óleo, o que ajudará a baratear a eletricidade consumida.

Ainda entre os esforços de expansão da oferta de energia, a preços mais compatíveis com o praticado internacionalmente, o secretário-executivo afirmou que o Brasil conta com potencial de crescimento hidrelétrico de 50 mil MW a 60 mil MW. Nesse sentido, o governo vem trabalhando para levar a leilão as usinas do rio Tapajós (PA), como a Usina de São Luiz do Tapajós e a Usina de Jatobá.

"A Empresa de Pesquisa Energética tem planos de construir São Luiz do Tapajós e Jatobá. E nossa expectativa é que tão logo os estudos estejam concluídos possamos licitar São Luiz do Tapajós", afirmou.

Como exemplo dessa política, o secretário mencionou também o 1º Leilão de Energia de Reserva (LER), realizado na sexta-feira (28). Para o secretário, o resultado do leilão, com contratação de 1.043,7 megawatts-pico (MWp) de potência em usinas de energia solar e investimentos previstos de R$ 4,341 bilhões, foi um grande passo para o setor.

A energia nuclear é outra que fará parte desse processo de substituição de fontes. Na próxima década, mais quatro usinas nucleares devem ser instaladas no Brasil. "Há possibilidade de discutirmos o modelo de construção dessas usinas", afirmou Barata.

Potencial de energia solar em flutuadores
Para viabilizar ainda mais a ampliação da energia solar na matriz energética brasileira, Barata relembrou ainda que está em curso um projeto para estudar o potencial de geração de energia solar em flutuadores, colocado na superfície dos reservatórios das hidrelétricas de Balbina e Sobradinho. O resultado desses projetos será analisado e outras experiências poderão ser viabilizadas.

 



Fonte: Aneel
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