acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Internacional

FMI não vê deterioração drástica de economias de Brasil, China e Índia

09/10/2012 | 10h45

 

O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, disse na terça-feira (horário local) que não vê sinais de um pouso forçado para as economias de Brasil, China e Índia.
Ele afirmou que a China já respondeu de forma apropriada à sua desaceleração econômica e que o crescimento chinês deverá ser retomado gradualmente.
"Aqui, deixe-me ser claro. Nós não vemos esses acontecimentos como sinais de pouso forçado em qualquer um desses países. De fato, vemos medidas políticas positivas sendo tomadas em todos os três países", afirmou.
Na segunda-feira (8), o FMI reduziu sua projeção de crescimento para o Brasil, estimando que o país deverá crescer 1,5% neste ano, ante previsão de julho de crescimento de 2,5%.
Em relação à China, o FMI apontou que o crescimento econômico deverá desacelerar para 7,8% neste ano. Já para a Índia, a entidade reduziu a projeção para 4,9% neste ano.

O economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), Olivier Blanchard, disse na terça-feira (horário local) que não vê sinais de um pouso forçado para as economias de Brasil, China e Índia.


Ele afirmou que a China já respondeu de forma apropriada à sua desaceleração econômica e que o crescimento chinês deverá ser retomado gradualmente.


"Nós não vemos esses acontecimentos como sinais de pouso forçado em qualquer um desses países. De fato, vemos medidas políticas positivas sendo tomadas em todos os três países", afirmou.


Na segunda-feira (8), o FMI reduziu sua projeção de crescimento para o Brasil, estimando que o país deverá crescer 1,5% neste ano, ante previsão de julho de crescimento de 2,5%.


Em relação à China, o FMI apontou que o crescimento econômico deverá desacelerar para 7,8% neste ano. Já para a Índia, a entidade reduziu a projeção para 4,9% neste ano.



Fonte: Agência Reuters
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar