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Combustíveis

Fertibom inicia produção de biodiesel

01/11/2005 | 00h00

A Fertibom, empresa com sede em Catanduva (SP), recebeu a autorizalçai da Agência Nacional do Petróleo, Gás e Biocombustíveis (ANP) para produzir biodiesel próprio, chamado Biomax. O combustível pode ser produzido através de óleos de diversas plantas como girassol, soja, mamona, dendê, pequi, algodão, amendoim, cupuaçu, canola, buriti, etc ou gordura animal com álcool etílico ou metílico.

“Acreditamos no potencial do Brasil e principalmente do Estado de São Paulo para nos tornarmos produtores mundiais de biodiesel. Dispomos de extensas áreas agricultáveis, solo e clima favoráveis ao plantio de inúmeras oleaginosas ao contrário dos países industrializados, que desenvolvem biodiesel com sérias restrições geográficas, climáticas e com pequena variedade de matéria prima”, afirma Geraldo Martins, diretor geral da Fertibom.

Segundo Martins, a cadeia produtiva do biodiesel, que compreende o cultivo da matéria-prima e a produção industrial do combustível, tem grande potencial de geração de empregos, especialmente quando se considera a capacidade produtiva da algricultura familiar.

“Ampliamos nossas parcerias agrícolas com pequenos produtores e assentamentos ligados a agricultura familiar, isso nos garantiu o Selo Combustível Social. Trata-se de um conjunto de medidas específicas, que visam estimular a inclusão social”, explica.

 A Fertibom desenvolveu uma unidade de produção com capacidade para gerar 10 milhões de litros de biodiesel por ano. Estes servem como subsídio para a construção imediata de uma outra unidade com capacidade de produção de 30 milhões de litros ao ano.

 Com a decisão tomada pela ANP, São Paulo passa a auxiliar o país a diminuir a dependência externa, já que cerca de 15 % do diesel do Brasil é importado e tem um custo superior a US$ 1 bilhão por ano. Hoje, a demanda brasileira por combustíveis provenientes do setor é da ordem de 40 bilhões de litros por ano. Em 2008, com a obrigatoriedade da adição de 2% de biodiesel ao combustível mineral, a demanda deverá chegar a 800 milhões de litros por ano.
 
A empresa criou também um novo método de análise da qualidade deste combustível. O processo ganhou o nome de Glyceritex e tem a função de analisar a quantidade de glicerina no biodiesel, que o principal item analisado pelas agências que regulamentam o produto.

O novo método se destaca pela praticidade, preço baixo e rapidez, o que o torna extremamente importante para todos produtores, compradores e distribuidores de biodiesel. O Glyceritex pode ser preparado em poucos minutos e em qualquer laboratório, com a ajuda de equipamentos adequados e de um conjunto de reagentes chamado de Glyceritex Kit, que é comercializado pela Fertibom.



Fonte: Redação
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