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Energia

Falta de gerenciamento de resíduos sólidos interrompe obras de hidrelétrica da Copel

12/07/2011 | 17h44
A Justiça do Mato Grosso determinou a suspensão imediata das obras da usina hidrelétrica de Colíder, que está sendo construída no rio Teles Pires. A concessão da usina pertence à estatal paranaense Copel, que está investindo mais de R$ 1 bilhão no projeto e tem como parceiros as construtoras J. Malucelli, CR Almeida e as empresas de engenharia Engevix e VLB Engenharia.

De acordo com decisão da juíza Anna Paula Gomes de Freitas, as obras só podem ser retomadas depois da elaboração, aprovação, implementação e execução de um plano de gerenciamento de resíduos sólidos da obra. A ação foi promovida pelo Ministério Público que constatou irregularidades no local, como lançamento do lixo a céu aberto, sem tratamento, separação ou disposição adequada.

A energia da hidrelétrica foi leiloada no ano passado e a Copel se sagrou vencedora do leilão com uma proposta considerada agressiva no mercado, pelas condições de construção da usina. O MWh ficou por R$ 102 com deságio de 10%. A estatal paranaense vivia momento de transição política na época, em função das eleições para o governo do estado, e tinha como meta na época expandir sua atuação para fora do Paraná.
 
Depois de anos sem fazer grandes investimentos, o projeto marcaria uma nova fase na companhia. Já no fim do ano a companhia foi comedida no leilão da usina de Teles Pires, que acabou sendo arrematada pela Neoenergia.


Fonte: Valor Econômico
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