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Empresas

Fábrica de tubos de aço com costura começa a operar no Espírito Santo

02/04/2007 | 00h00

Começou a operar em março, no Espírito Santo, a unidade industrial da Tubos Soldados Atlântico Ltda (TSA), empresa fabricante de tubos de aço com costura e joint venture formada em 2005 entre as empresas Europipe (70%), Vallourec & Mannesmann (V & M) Tubes do Brasil (21%), e Interoil (9%). Com investimentos na ordem de R$ 160 milhões, a unidade é uma das mais modernas do segmento, no mundo, e foi construída com tecnologia suficiente para atender às mais rigorosas especificações dos mercados nacional e internacional, nos segmentos petrolífero, de saneamento, de conduções portuárias e estrutural.

Localizada no Pólo Industrial de Piracema, na Rodovia do Contorno, município da Serra, a TSA terá capacidade para fabricar até 90 mil toneladas por ano. A previsão é de, no prazo de um ano e meio, atingir a plena capacidade de produção e ocupação de sua fábrica atual.

A empresa planeja ampliar sua planta industrial acompanhando o crescimento do mercado e já inicia outros investimentos no Espírito Santo, firmando opção de compra com o Pólo Industrial Piracema, para aquisição de mais 112 mil m² de área.

A TSA irá operar com duas linhas de produção: uma linha de fabricação de tubos de aços helicoidais soldados de grande diâmetro, pelo processo a arco submerso, e uma fábrica de revestimentos interno e externo de tubos, aplicando como revestimento o epóxi, o FBE e o polietileno/polipropileno, por meio da tecnologia de tripla-camada.

A parte mecânica dos equipamentos, que compõem as duas linhas de fabricação, foi importada da Alemanha. Foram incorporados novos sistemas elétricos e eletrônicos e os de comando, bem como todas as instalações auxiliares, tais como pontes rolantes, torre de resfriamento de água, sistema de comando de alta pressão para o teste hidrostático, sistemas de controle por ultra-som e raio-x, estação de chaveamento e sub-estação de alta tensão, sistema de média e baixa tensão, sistemas de controle e automação, informática e comunicação, sistemas de detecção e alarme e combate a incêndios.

Segundo o diretor-presidente da TSA, Paulo Ferreira Alencar, o cenário é dos mais favoráveis para a empresa. “Há grande demanda por tubos para a condução dos mais diversos fluídos, tanto no mercado nacional quanto internacional. Atualmente, existem vários projetos no Brasil de distribuição de gás e de alcoodutos e também nas áreas de saneamento e de aquedutos. E, ainda, novos projetos nos setores industrial, portuária e de construção, com forte demanda por tubos de aço”, comenta.

Segundo o executivo, a TSA está pronta para atender aos países da América Central e América do Sul, entre eles, a o México, a Guiana, a Venezuela, o Chile, a Argentina, a Bolívia, o Peru, o Chile, a Colômbia e o Equador. “O volume de vendas está previsto em 85%, para o mercado interno, e em 15%, para o mercado externo. A estratégia é fazer um plano de produção e vendas que trabalhe com o mix de atendimento aos clientes, buscando um equilíbrio entre os mercados interno e externo”, explica.

Segundo Alencar, a escolha do Estado do Espírito Santo foi determinante para a instalação da fábrica da TSA, graças à sua localização estratégica e privilegiada, próxima dos portos da Grande Vitória e dos grandes centros consumidores do país, o que facilita o escoamento de seus produtos, seja por mar, rodovia ou ferrovia. “Os portos da região de Vitória são uma alternativa para transporte dos produtos tanto para mercados nacionais mais distantes, quanto para mercados internacionais. Além disso, a TSA está próxima do seu fornecedor de bobina, principal matéria-prima utilizada na fabricação dos tubos de aço helicoidais”, conta.



Fonte: Da Redação
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