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Plásticos

Exportações de resinas elevam produção

03/02/2006 | 00h00

A produção de resinas termoplásticas, utilizadas pela indústria de transformação de plásticos, aumentou 2,7% no ano passado, principalmente pelo desempenho das exportações. Segundo balanço do Sindicato da Indústria de Resinas Plásticas (Siresp), a produção alcançou 4,16 milhões de toneladas em 2005, frente ao processamento de 4,05 milhões de toneladas no ano anterior.

As exportações cresceram 20%, chegando a 921,8 mil toneladas de resinas enviadas para fora do país. As vendas externas de polietileno de baixa densidade linear (usado pelos fabricantes de filmes plásticos e sacaria industrial) e polipropileno (embalagens para alimentos) evoluíram 48,9% e 46,9%, respectivamente.

De acordo com o presidente do Siresp, José Ricardo Roriz, o mercado doméstico apresentou um desempenho abaixo do esperado no ano passado, chegando ao fundo do poço em outubro. De lá para cá, a indústria de resinas tem se recuperado, afirmou Roriz, que também é executivo da Suzano Petroquímica.

Segundo o Siresp, o consumo aparente de resinas, exceto de PET, caiu 0,3%, para 3,76 milhões de toneladas. Incluindo PET, usado pela indústria de embalagens para bebidas, o consumo subiu 1,59%.

Das principais resinas, o consumo aparente de polipropileno foi o que teve maior destaque, com alta de 2,9%, seguido das resinas de PVC, com alta de 2,4%. O pior desempenho, contudo, ocorreu com os fabricantes de EVA, que tiveram queda de 22,2%. O EVA é utilizado principalmente pelos fabricantes de calçados, cujas vendas ao exterior foram afetadas pela valorização do real frente ao dólar.

Até outubro, a indústria de resinas utilizava 85% de sua capacidade instalada, acima dos 82% do mesmo período do ano anterior. As empresas de petroquímicos básicos, por sua vez, aumentaram em um ponto percentual o uso de sua capacidade, para 94%, entre janeiro e outubro de 2005.

Em 2005, a relação entre o preço da nafta, a matéria-prima do setor petroquímico, e o petróleo, foi de 8,70, a mais baixa pelo menos dos últimos dez anos. Essa relação costuma ficar acima de nove vezes, o que mudou por conta da alta volatilidade do preço do petróleo.



Fonte: Valor Econômico
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