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Transpetro

Expansão da rede fará crescer transporte de gás

03/05/2004 | 00h00

A Transpetro, subsidiária da Petrobras que atua no setor de transporte de combustíveis, deve alcançar este ano a quantidade de 31 milhões de metros cúbicos de gás transportados por dia, superando em quase 30% os 24 milhões de metros cúbicos por dia registrados em 2003. Até 2006, o total transportado deve atingir os 45 milhões de metros cúbicos por dia.
Os números - que excluem o gás transportado pelo gasoduto Brasil-Bolívia, operado pela TBG - são do gerente de Operações da empresa, Sílvio Moura Franco.
Segundo Franco, até 2008 a empresa investirá cerca de US$ 2 bilhões em transporte, sendo US$ 1 bilhão em novos navios e US$ 1 bilhão na construção de plantas de liquefação de Gás Natural e novos dutos, dentro do projeto Malhas, que prevê a duplicação da malha total de gasodutos no País.
"Até 2009, estaremos transportando gás natural por navio na forma liquefeita, e em 2005, transportaremos gás natural comprimido em caminhões, em São Paulo. O total transportado desta última forma será de aproximadamente 380 mil metros cúbicos por dia, menos de 1% do total atual, podendo chegar a 5%", adiantou.
Em fevereiro deste ano, a Petrobras e a White Martins assinaram contrato que prevê investimentos de US$ 38 milhões na construção de uma unidade de gás natural liquefeito, para abastecer regiões onde ainda não há gasodutos.
Com os novos investimentos previstos no projeto Malhas, Franco afirma que a malha de gasodutos da Transpetro, atualmente em 2,9 mil quilômetros, ganhará mais 1,4 mil km até 2006.
Um destes projetos já teve início: o gasoduto Campinas-Japeri, de 400 km de extensão e com capacidade para transportar 8 milhões de metros cúbicos por dia de gás. A previsão de conclusão é 2005, com investimento de cerca de US$ 300 milhões.
Por enquanto, a Transpetro não está considerando em suas estimativas o início da produção das reservas de gás natural descobertas na Bacia de Santos, estimadas em 400 bilhões de metros cúbicos.
Segundo Franco, o potencial de produção de gás das reservas de Santos varia de 30 milhões a 40 milhões de metros cúbicos, mas o projeto atual de exploração é de 20 milhões de metros cúbicos.
"O projeto prevê a exploração de uma capacidade inferior ao potencial, porque não haveria demanda para mais do que isso, atualmente", explica.
A Transpetro está avaliando a viabilidade de exportar este gás na forma liquefeita, por navios, até a costa leste dos Estados Unidos (EUA). A empresa já está em negociações com parceiros norte-americanos, mas Franco preferiu não adiantar nomes.

Ainda este mês, sai licitação para 22 petroleiros

Além dos investimentos na expansão da rede de gasodutos, a Transpetro também deve lançar ainda no início deste mês o edital de licitação para a construção de 22 navios petroleiros, no valor total de US$ 1,1 bilhão.
Os contratos seguirão os moldes dos assinados com o Estaleiro Ilha S/A (Eisa), que acabaram não sendo executados porque o Eisa não apresentou as garantias de mais de US$ 200 milhões, exigidas pela Petrobras.
Isto significa que os vencedores da concorrência também terão de oferecer garantias ao dono do navio, a Transpetro. Os contratos serão divididos em três grupos, segundo anunciou dias atrás o presidente da Transpetro, Sérgio Machado.
O objetivo é gerar uma economia de escala que permita à indústria naval do País competir em pé de igualdade, em termos de preços, com os estaleiros internacionais, sobretudo com os do Japão, Coréia e Cingapura.
Os novos navios substituirão embarcações antigas, ainda em atividade, e devem ser lançados ao mar e iniciar as operações até 2010. A licitação reduzirá de 15 anos para 12 anos a idade média da frota de 53 navios da Transpetro. Os demais - a Petrobras utiliza 115 navios, ao todo - são alugados pela estatal.
Segundo Sérgio Machado, após a definição das empresas ou grupos vencedores da concorrência, a companhia poderá lançar novo edital, desta vez para a contratação de outros 30 navios.



Fonte: Jornal do Commercio
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