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Gestão

Executivos brasileiros confiam mais em seus recursos de análises de dados

27/04/2018 | 08h30
Executivos brasileiros confiam mais em seus recursos de análises de dados
Executivos brasileiros confiam mais em seus recursos de análises de ... Executivos brasileiros confiam mais em seus recursos de análises de ...

O relatório "Guardiões da confiança" (Guardians of Trust, em inglês) apontou que poucos executivos brasileiros (15%) não confiam nos recursos de análises de dados utilizados. Os dados são mais relevantes se comparados com Estados Unidos e Reino Unido, que apresentam baixa probabilidade de confiar nos recursos de D&A, alcançando 42% e 43%, respectivamente.

"Essa variação é ocasionada pelos diferentes estágios de transformação digital de cada país. Empresas nos EUA e UK estão mais orientadas a utilizar dados em decisões estratégicas com algoritmos avançados de redes neurais. Considerando a baixa maturidade digital da maioria das empresas brasileiras, a confiança é maior nos dados", analisa o sócio da área da análise de dados da KPMG no Brasil, Ricardo Santana.

Para 62% dos entrevistados as áreas de tecnologia, e não executivos da diretoria ou setores funcionais, são responsáveis quando há falhas em máquinas ou algoritmos. "Existe uma tendência de isentar o negócio principal de decisões relacionadas a máquinas devido ao legado da tecnologia ser considerado suporte e aos especialistas técnicos", completa Santana.

Essa incerteza gera questionamentos sobre o tipo de governança necessária para garantir o uso de análise de dados. Com a pesquisa, as recomendações são: desenvolver normas visando políticas e procedimentos eficazes; aprimorar e adaptar regulamentações para desenvolver a confiança em análise de dados; aumentar a transparência de algoritmos e metodologias; criar códigos profissionais para cientistas de dados; reforçar mecanismos de asseguração que identifiquem áreas deficientes.

"Quando análise de dados e inteligência artificial forem onipresentes será extremamente necessário e difícil gerenciar níveis de confiança. Com a retomada da análise preditiva, devemos estabelecer a governança apropriada nesse ambiente sem regras dos algoritmos. A governança de máquinas deve ser o elemento central das organizações para casar o poder e o risco de D&A para usá-los da forma certa", finaliza Santana.

Sobre o relatório

A KPMG solicitou à Forrester Consulting uma pesquisa com 2.190 executivos seniores de nove países — Austrália, Brasil, China, França, Alemanha, Índia, África do Sul, Reino Unido e Estados Unidos — para coletar opiniões sobre a lacuna de confiança entre empresas e processos de análise de dados implantados. A pesquisa identificou dados sobre executivos em nível de diretoria e a responsabilidade em caso de processo de análise de dados falho ou inexato.

Acesse: https://home.kpmg.com/br/pt/home/insights/2018/02/data-analytics-guardians-of-trust.html



Fonte: Redação/Assessoria KPMG
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