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Química e Petroquímica

Ex-OGX recebe hoje dinheiro novo

13/03/2014 | 10h23

 

A Óleo e Gás e Participações, antiga OGX, inicia esta quinta-feira com US$ 125 milhões em caixa. Os recursos são fruto do financiamento atrelado à recuperação judicial da companhia e foram injetados por meio de uma emissão de debêntures. Essa é a primeira tranche de um total de US$ 215 milhões que serão emitidos.
Outros US$ 90 milhões devem ser colocados na empresa após a aprovação do plano de recuperação em assembleia de credores e a respectiva homologação do processo pelo juiz. A assembleia deve ocorrer dentro de aproximadamente 60 dias.
Com os recursos, a empresa, ainda controlada pelo empresário Eike Batista, pode prosseguir na operação dos campos de Tubarão Martelo e Tubarão Azul.
Desde o início de dezembro do ano passado, a antiga OGX é uma empresa operacional com receita média mensal de US$ 45 milhões.
Os recursos serão quase que integralmente usados para pagar o empréstimo-ponte de US$ 50 milhões do início deste ano. O restante será direcionado, principalmente, para fornecedores - com destaque para a General Eletric (GE), conforme o Valor apurou.
A principal fonte dos novos recursos são os detentores dos bônus internacionais da empresa, que somam cerca de US$ 3,8 bilhões em valor de face e serviços pendentes.
As dívidas totais da antiga OGX, quando deu a largada no processo de recuperação judicial, ainda em 2013, estavam em US$ 5,8 bilhões. Na véspera de Natal, a companhia assinou um acordo com os credores para a conversão integral de suas dívidas em capital.
Neste processo, haverá condições diferentes. Os financiadores desse dinheiro novo da OGPar, os US$ 215 milhões, ao fim de todo o processo terão 65% da empresa livre de dívidas. Serão, portanto, os novos donos da empresa. Haverá uma outra condição para os credores das dívidas antigas.
Essa diferenciação é possível por conta de vantagens que podem ser oferecidas para financiadores de companhias em recuperação judicial. Por essa razão o nome técnico desse novo financiamento da OGPar é, em inglês, "debtor in possession", conhecido pela sigla DIP.
A expectativa é que os detentores dos bônus internacionais fiquem, ao fim de tudo, com pouco mais de 80% da antiga OGX - somando a conversão da dívida nova com a antiga. Eike terá, diretamente e indiretamente, 9,4% do negócio. Os minoritários atuais da OGPar ficarão com cerca de 5%.
Os percentuais finais dependerão de como será feita e a quem será aberta a colocação da segunda tranche do financiamento novo, que será de US$ 90 milhões. Essa próxima capitalização será aberta aos demais credores da ex-OGX, e não só aos donos dos bônus. Ainda está em estudo como será tratada a questão dos minoritários.

A Óleo e Gás e Participações, antiga OGX, inicia esta quinta-feira com US$ 125 milhões em caixa. Os recursos são fruto do financiamento atrelado à recuperação judicial da companhia e foram injetados por meio de uma emissão de debêntures. Essa é a primeira tranche de um total de US$ 215 milhões que serão emitidos.

Outros US$ 90 milhões devem ser colocados na empresa após a aprovação do plano de recuperação em assembleia de credores e a respectiva homologação do processo pelo juiz. A assembleia deve ocorrer dentro de aproximadamente 60 dias.

Com os recursos, a empresa, ainda controlada pelo empresário Eike Batista, pode prosseguir na operação dos campos de Tubarão Martelo e Tubarão Azul.

Desde o início de dezembro do ano passado, a antiga OGX é uma empresa operacional com receita média mensal de US$ 45 milhões.

Os recursos serão quase que integralmente usados para pagar o empréstimo-ponte de US$ 50 milhões do início deste ano. O restante será direcionado, principalmente, para fornecedores - com destaque para a General Eletric (GE), conforme o Valor apurou.

A principal fonte dos novos recursos são os detentores dos bônus internacionais da empresa, que somam cerca de US$ 3,8 bilhões em valor de face e serviços pendentes.

As dívidas totais da antiga OGX, quando deu a largada no processo de recuperação judicial, ainda em 2013, estavam em US$ 5,8 bilhões. Na véspera de Natal, a companhia assinou um acordo com os credores para a conversão integral de suas dívidas em capital.

Neste processo, haverá condições diferentes. Os financiadores desse dinheiro novo da OGPar, os US$ 215 milhões, ao fim de todo o processo terão 65% da empresa livre de dívidas. Serão, portanto, os novos donos da empresa. Haverá uma outra condição para os credores das dívidas antigas.

Essa diferenciação é possível por conta de vantagens que podem ser oferecidas para financiadores de companhias em recuperação judicial. Por essa razão o nome técnico desse novo financiamento da OGPar é, em inglês, "debtor in possession", conhecido pela sigla DIP.

A expectativa é que os detentores dos bônus internacionais fiquem, ao fim de tudo, com pouco mais de 80% da antiga OGX - somando a conversão da dívida nova com a antiga. Eike terá, diretamente e indiretamente, 9,4% do negócio. Os minoritários atuais da OGPar ficarão com cerca de 5%.

Os percentuais finais dependerão de como será feita e a quem será aberta a colocação da segunda tranche do financiamento novo, que será de US$ 90 milhões. Essa próxima capitalização será aberta aos demais credores da ex-OGX, e não só aos donos dos bônus. Ainda está em estudo como será tratada a questão dos minoritários.



Fonte: Valor Econômico
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