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Empresas

Evonik inaugura unidade para produção de biodiesel na Argentina

21/10/2013 | 16h47

 

A Evonik Industries, com sede em Essen (Alemanha), inicia hoje (21) as operações de uma nova planta de catalisadores para a produção de biodiesel na Argentina.
“Investimos na Argentina porque queremos nos beneficiar das chances de sucesso que o mercado sul-americano oferece no longo prazo. Como líderes mundiais no fornecimento de catalisadores para a produção de biodiesel, nosso objetivo é consolidar ainda mais e ampliar a nossa posição”, afirmou um dos membros da Diretoria Executiva da companhia, Patrik Wohlhauser, também responsável pela região sul-americana. “O investimento constitui uma prova clara do nosso comprometimento com a América do Sul e um sinal da nossa estratégia de participar do crescimento da região”.
A nova unidade dispõe de uma capacidade de produção anual superior a 60.000 toneladas e produzirá alcoolatos prontos para aplicação como catalisadores na produção de biodiesel, com base em matérias-primas renováveis. A partir desta planta, deveremos futuramente abastecer principalmente os mercados argentino e brasileiro. A nova fábrica da Evonik foi instalada dentro do complexo da empresa Terminal 6 S.A, que opera uma grande planta de biodiesel.
“A fábrica foi instalada em Puerto General San Martín, na região de Rosário - em pleno coração da indústria de biodiesel na Argentina - com o objetivo de abastecer os nossos clientes na América do Sul com os nossos catalisadores de alta qualidade produzidos localmente”, disse o diretor da unidade de negócios Advanced Intermediates da Evonik, Jan Van den Bergh.
A Evonik possui longa experiência e comprovado know-how na produção de catalisadores para a produção de biodiesel. Em 2009, a empresa inaugurou uma unidade de produção em Mobile (Alabama, EUA), que dispõe de uma capacidade anual de 60.000 toneladas. Nessa unidade, a empresa abastece a demanda do mercado norte-americano de biodiesel.
Após o sucesso do emprego dessa nova tecnologia de produção nos EUA, as instalações da fábrica da Argentina seguiram o mesmo padrão. Nessa tecnologia, os alcoolatos são produzidos em uma reação direta entre álcool e soda cáustica.

A Evonik Industries, com sede em Essen (Alemanha), inicia hoje (21) as operações de uma nova planta de catalisadores para a produção de biodiesel na Argentina.

“Investimos na Argentina porque queremos nos beneficiar das chances de sucesso que o mercado sul-americano oferece no longo prazo. Como líderes mundiais no fornecimento de catalisadores para a produção de biodiesel, nosso objetivo é consolidar ainda mais e ampliar a nossa posição”, afirmou um dos membros da Diretoria Executiva da companhia, Patrik Wohlhauser, também responsável pela região sul-americana. “O investimento constitui uma prova clara do nosso comprometimento com a América do Sul e um sinal da nossa estratégia de participar do crescimento da região”.

A nova unidade dispõe de uma capacidade de produção anual superior a 60.000 toneladas e produzirá alcoolatos prontos para aplicação como catalisadores na produção de biodiesel, com base em matérias-primas renováveis. A partir desta planta, deveremos futuramente abastecer principalmente os mercados argentino e brasileiro. A nova fábrica da Evonik foi instalada dentro do complexo da empresa Terminal 6 S.A, que opera uma grande planta de biodiesel.

“A fábrica foi instalada em Puerto General San Martín, na região de Rosário - em pleno coração da indústria de biodiesel na Argentina - com o objetivo de abastecer os nossos clientes na América do Sul com os nossos catalisadores de alta qualidade produzidos localmente”, disse o diretor da unidade de negócios Advanced Intermediates da Evonik, Jan Van den Bergh.

A Evonik possui longa experiência e comprovado know-how na produção de catalisadores para a produção de biodiesel. Em 2009, a empresa inaugurou uma unidade de produção em Mobile (Alabama, EUA), que dispõe de uma capacidade anual de 60.000 toneladas. Nessa unidade, a empresa abastece a demanda do mercado norte-americano de biodiesel.

Após o sucesso do emprego dessa nova tecnologia de produção nos EUA, as instalações da fábrica da Argentina seguiram o mesmo padrão. Nessa tecnologia, os alcoolatos são produzidos em uma reação direta entre álcool e soda cáustica.

 



Fonte: Revista TN Petróleo, Redação com Assessoria
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