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Vtória Oil & Gas

Evento no Espírito Santo recebe 3.500 visitantes

14/04/2005 | 00h00

A primeira edição da feira e conferência Vitória Oil & Gas terminou nesta quarta-feira (13/04), com resultados positivos para a indústria do petróleo e gás natural, conforme avaliação do Instituto Brasileiro do Petróleo (IBP). "O evento, definitivamente, entrou para o mapa do petróleo do Brasil e no calendário oficial da cidade, alternando nos anos ímpares com a Rio Oil & Gas", disse, na cerimônia de encerramento, o secretário executivo do Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP), Álvaro Teixeira.  

Durante os três dias de evento, cerca de 3.500 pessoas passaram pelo Centro de Convenções de Vitória para conhecer as novidades de 60 empresas expositoras. Na conferência, 750 pessoas assistiram às palestras e painéis, que mostraram o potencial brasileiro para a exploração e produção de petróleo e gás, seus reflexos para a cadeia produtiva e para o mercado de trabalho no Espírito Santo e no país.

"Existe um imenso potencial de petróleo e gás natural para ser explorado no Brasil", comentou o diretor da Agência Nacional de Petróleo, John Forman, na palestra sobre a Sétima Rodada de licitações da ANP. "Com reservas de 18 bilhões de barris de óleo equivalente, o Brasil ainda tem 97% de suas áreas com interesse para petróleo e gás a serem avaliadas", informou.

Nesse contexto, o Espírito Santo tem, segundo Forman, uma posição privilegiada. Além de ter assumido, recentemente, um papel importante na atividade de exploração de petróleo e gás, entrará na Sétima Rodada da ANP com blocos em áreas maduras, em bacias de potencial elevado e em novas fronteiras, o que poderá atrair diferentes interesses empresariais - das pequenas às grandes empresas.
 
RECURSOS HUMANOS -  O potencial que a indústria de óleo e gás oferece para o mercado de trabalho e para a indústria nacional de bens e serviços foi o tema principal do painel "Conteúdo Local", realizado na tarde de hoje. Ao falar sobre a capacitação profissional, o secretário Executivo do Programa de Mobilização da Indústria Nacional de Petróleo e Gás (Prominp), José Renato Almeida, disse que a indústria de petróleo e gás natural no Brasil necessitará, até maio de 2007, de cerca de 57 mil profissionais de nível superior e técnico para atender a demanda do setor. A oferta atual é de 16 mil pessoas. "O custo dos programas para a capacitação desse pessoal é da ordem de R$161,5 milhões", afirmou.

José Renato fez um histórico do Prominp, com destaque vai para o objetivo do programa de mobilizar a indústria nacional para maximizar sua participação na cadeia produtiva, em base competitivas e sustentáveis.

Segundo o diretor Adjunto da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip), Oswaldo Pedrosa, o importante é que a igualdade de oportunidades pretendida pelo Prominp para a indústria nacional não seja feita de qualquer jeito. O trinômio preço, prazo e qualidade tem que ser observado, para que haja competitividade com o produto internacional, destacou. 

O presidente da Federação das Indústrias do Estado do Espírito Santo (Findes), Lucas Izoton, alertou para a importância da indústria capixaba se estruturar para aumentar a sua participação no fornecimento de bens e serviços para o setor de petróleo e gás. Segundo ele, até 2010, serão investidos US$ 8,5 bilhões na cadeia produtiva no Espírito Santo. E, defendeu a qualificação profissional nesta área, para que seja preservada a mão-de-obra de outros segmentos - minério de ferro, celulose, siderurgia, mármore e granito, e café - que contribuem com exportações anuais de US$ 4 bilhões.  

No âmbito local, o diretor presidente da Companhia de Desenvolvimento de Vitória, Táurio Tessaralo, deixou claro que o município já está trabalhando para conseguir alcançar as exigências do mercado. "O município não deve e não pode se tornar uma barreira para a entrada de novas empresas. Temos a obrigação de contribuir com a qualificação do pessoal desde o Ensino Fundamental", disse.



Fonte: Redação
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