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Internacional

EUA não mostram ainda reflexo da alta de preço

24/05/2004 | 00h00
Apesar do temor de que a economia seja afetada pela escalada dos preços do petróleo e pela insegurança causada por ataques contra a indústria petrolífera no Iraque e na Arábia Saudita, os EUA, maiores consumidores do produto no mundo, devem marcar um crescimento de 4,5% no primeiro trimestre. A perspectiva é de uma pesquisa feita com economistas feita pela "Bloomberg".
O Departamento de Comércio americano divulga quinta-feira um relatório revisado, que segundo pesquisa da "Bloomberg", deve elevar o crescimento de 4,2% divulgado no mês passado.
A perspectiva mostra que o choque de preços no petróleo ainda não se refletiu no crescimento econômico. Choques desse tipo tiveram fundamental importância em quatro das cinco últimas recessões enfrentadas pelos americanos em 30 anos.
Analistas crêem que os últimos ataques contra instalações iraquianas e sauditas vão manter os preços internacionais voláteis.
"Isso pode causar uma recessão, se os preços de petróleo continuarem altos", disse David Wyss, economista-chefe da Standard & Poor`s em Nova York.
Já James O´Sullivan, economista sênior da UBS nos EUA, crê que "o crescimento dos lucros no país elevou o patamar de investimentos e emprego". Por isso, diz ele, o crescimento econômico vai continuar "bem forte" até o fim do ano.
Alguns efeitos da alta de petróleo, porém, são visíveis em exemplos marcantes: os taxistas estão pagando uma sobretaxa pelo combustível, companhias de transporte planejam aumentar o preço dos fretes e as empresas aéreas pretendem aumentar o preço das passagens. Indústrias que dependem de grande quantidade de energia, como a indústria química e a de papel, já começaram a repassar para os preços os custos mais altos de produção.
Os analistas acreditam que, se os preços do petróleo ficarem no patamar em que estão por um ano, US$ 50 bilhões de gastos dos consumidores seriam varridos da economia, provocando queda no crescimento.

Fonte: Valor Econômico / a
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