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Combustíveis

EUA estudam nova regra para etanol e geram temor

01/07/2013 | 12h33

 

Uma proposta elaborada pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês) poderá encarecer a exportação de etanol brasileiro ao mercado americano. Segundo Elizabeth Farina, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a proposta foi divulgada há um mês e não há previsão se será regulamentada.
A EPA quer que os volumes de etanol de cada usina exportadora aos EUA possam ser identificados. Se a medida for adotada, explicou, não será possível transportar o produto até os portos por etanolduto nem enviar etanol de diferentes usinas no mesmo navio. Para ela, trata-se de uma barreira não tarifária. A Unica ainda não calculou os custos adicionais que seriam gerados.
O comércio de etanol entre Brasil e EUA passou a ser livre depois que os americanos retiraram a taxa de importação que incidia sobre o produto brasileiro, em dezembro de 2011. Os EUA absorvem cerca de 90% das exportações do Brasil. Segundo a Unica, o Brasil vendeu ao mercado americano 2,048 bilhões de litros em 2012, ante 655,9 milhões em 2011. Para este ano, a expectativa, segundo Elizabeth, é de volume semelhante ao de 2012.
As vendas externas representam um percentual pequeno do volume de etanol produzido pelo país. Na safra 2012/13, conforme a Unica, foram produzidos 21,36 bilhões de litros e a perspectiva para 2013/14 é de aumento para 25,37 bilhões.
Ed Hubbard, vice-presidente da Associação de Combustíveis Renováveis (RFA, na sigla em inglês) dos EUA, não concorda com a proposta. "Sabemos que essa segregação vai contra a viabilidade desse sistema".
No caso da Europa, Elizabeth Farina observa que o bloco está rediscutindo as energias renováveis e poderá reduzir a participação dos biocombustíveis neste mercado. Havia uma diretiva de participação de 10% de energias renováveis no uso total de combustíveis na União Europeia, mas existe uma proposta para que seja imposto um teto de 5%. Como o diesel é o combustível mais usado pelos europeus, esses 5% seriam preenchidos com biodiesel, e não com etanol, de acordo com Elizabeth.

Uma proposta elaborada pela Agência de Proteção Ambiental dos Estados Unidos (EPA, na sigla em inglês) poderá encarecer a exportação de etanol brasileiro ao mercado americano. Segundo Elizabeth Farina, presidente da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica), a proposta foi divulgada há um mês e não há previsão se será regulamentada.


A EPA quer que os volumes de etanol de cada usina exportadora aos EUA possam ser identificados. Se a medida for adotada, explicou, não será possível transportar o produto até os portos por etanolduto nem enviar etanol de diferentes usinas no mesmo navio. Para ela, trata-se de uma barreira não tarifária. A Unica ainda não calculou os custos adicionais que seriam gerados.


O comércio de etanol entre Brasil e EUA passou a ser livre depois que os americanos retiraram a taxa de importação que incidia sobre o produto brasileiro, em dezembro de 2011. Os EUA absorvem cerca de 90% das exportações do Brasil. Segundo a Unica, o Brasil vendeu ao mercado americano 2,048 bilhões de litros em 2012, ante 655,9 milhões em 2011. Para este ano, a expectativa, segundo Elizabeth, é de volume semelhante ao de 2012.


As vendas externas representam um percentual pequeno do volume de etanol produzido pelo país. Na safra 2012/13, conforme a Unica, foram produzidos 21,36 bilhões de litros e a perspectiva para 2013/14 é de aumento para 25,37 bilhões.


Ed Hubbard, vice-presidente da Associação de Combustíveis Renováveis (RFA, na sigla em inglês) dos EUA, não concorda com a proposta. "Sabemos que essa segregação vai contra a viabilidade desse sistema".


No caso da Europa, Elizabeth Farina observa que o bloco está rediscutindo as energias renováveis e poderá reduzir a participação dos biocombustíveis neste mercado. Havia uma diretiva de participação de 10% de energias renováveis no uso total de combustíveis na União Europeia, mas existe uma proposta para que seja imposto um teto de 5%. Como o diesel é o combustível mais usado pelos europeus, esses 5% seriam preenchidos com biodiesel, e não com etanol, de acordo com Elizabeth.

 



Fonte: Valor Econômico
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