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Internacional

EUA descobrem fosfato no Iraque

12/09/2011 | 11h15
O Iraque tem reservas de fosfato de classe mundial, com as quatro maiores jazidas totalizando 5,7 bilhões de toneladas - 9% do total mundial -, afirmou o Serviço Geológico dos EUA.

A descoberta dá ao país a segunda maior reserva de fosfato do mundo, depois do Marrocos. Duas minas na região ocidental do Iraque, no deserto da província de Anbar, são grandes o suficiente para serem classificadas entre os 10 maiores do mundo.

A produção de petróleo é o pilar da economia iraquiana, respondendo por quase toda a arrecadação do governo. Entretanto, as autoridades desejam diversificar a economia, e o Serviço Geológico americano está trabalhando com seu similar iraquiano para mapear os recursos minerais não provenientes do petróleo. As quatro jazidas de fosfato - conhecidas como Akashat, H3, Ethna e Swab - são as descobertas mais promissoras.

Greg Fernette, do Serviço Geológico americano, descreveu essas reservas como "classe mundial ". Em conferência em Londres sobre as oportunidades de mineração no Iraque, ele lembrou que "a agricultura moderna depende dos fertilizantes de fosfato". E acrescentou: "Se fosse investir em minerais no Iraque, visitaria Anbar".

Akashat e Swab, as duas maiores jazidas, têm reservas estimadas em 1,7 bilhão e 3,5 bilhões de toneladas de fosfato, respectivamente. Seu grau, ou pureza, está pouco abaixo da média de 25%. Algumas áreas de Swab, porém, têm pureza de 26%, diz Fernette.

Essa perspectiva também prevê 4,2 bilhões de toneladas de calcário, usado no cimento.

Para Fernette, o tamanho das jazidas de fosfato é "fantástico". Enquanto a pureza estava "um pouco abaixo da média", havia "variação e há maior pureza" no material presente. Ele observou que a oferta global de fosfato deve atingir o pico em 2034, enquanto a demanda deve aumentar com o crescente consumo de alimentos.

O plano de Bagdá é fazer de Akashat, na província de Anbar, um polo de produção de fosfato, com o objetivo de exportar o insumo para o mercado asiático.


Fonte: Valor Econômico
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