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Estimativa

Etanol é afetado diretamente com os preços ilusórios da gasolina

28/11/2012 | 11h30

A estimativa da Archer Consulting – empresa especializada em gestão de riscos em commodities agrícolas – sobre a próxima safra sucroalcooleira deve variar entre 560 e 580 milhões de toneladas de cana no Centro-Sul (com a devida ressalva de eventuais problemas climáticos).

 

Os números estimados para a frota de veículos leves e motocicletas até o final deste ano, 2012, são de 43,7 milhões de unidades. O crescimento da frota nos últimos quatro anos foi de 8,3% ao ano – o que determinou o aumento do consumo de gasolina de 11,1%, no mesmo período. No entanto, de acordo com a Agência Nacional de Petróleo (ANP), a produção de gasolina aumentou apenas 6,8% nesse período.

 

“Ninguém precisa ser um especialista para imaginar que sem investimento na produção de derivados, com o limite de produção atual já no topo e com questão dos preços do consumidor, estamos caminhando para um buraco”, admite Arnaldo Corrêa, diretor da Archer Consulting e gestor de riscos.

 

Aliás, a questão dos preços de combustíveis tem sido um tema recorrente e que afeta diretamente o setor sucroalcooleiro. A defasagem entre o preço na gasolina no mercado internacional e aquele oferecido nos postos é um problema e afeta além do fluxo de caixa da estatal brasileira de petróleo, os possíveis investimentos estrangeiros no país.

 

“A visão inábil do ministro da fazenda, que também é conselheiro da estatal do petróleo, atinge a espinha dorsal do setor sucroalcooleiro e impõe, por vias tortas, o afastamento dos potenciais investidores nacionais e estrangeiros”, afirma Arnaldo.

 

A apreciação do dólar também pode gerar um novo dilema ao setor sucroalcooleiro. “O fortalecimento do dólar em relação ao real traz os efeitos de um preço menor do açúcar na Bolsa de NY, em função de uma remuneração em reais melhor para as usinas. Isso coloca uma resistência à subida de preços na Bolsa. Entretanto, dólar firme significa preços de importação de gasolina mais caros em reais e o aumento do problema que o ministro da fazenda empurra com a barriga”, conclui Arnaldo.

 



Fonte: Redação TN
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