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Pesquisa

Estudo traça a mais completa radiografia do setor elétrico

02/10/2008 | 16h52

No segundo dia do 5º Encontro Nacional de Agentes do Setor Elétrico (Enase 2008), realizado nesta quinta-feira (2), o professor Nivalde José de Castro, do Grupo de Estudos do Setor Elétrico da Universidade Federal do Rio de Janeiro (GESEL/UFRJ), apresentou a pesquisa exclusiva "Tendências do Setor Elétrico", com os desafios e oportunidades do setor de energia no país.

 

A pesquisa, coordenada pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) com representantes das 17 associações que participam do Enase mostrou: os riscos de novo apagão no Brasil, a alta nos preços do megawatt para o consumidor, as principais medidas para garantir o desenvolvimento e a possibilidade das fontes alternativas.

 

As perguntas foram formuladas pela equipe de pesquisadores do Gesel-UFRJ, buscando-se delimitar um horizonte analítico para o cenário macroeconômico e setorial no período de 2009-2012. Foram aplicados questionários para 17 Entidades, tendo-se obtido retorno de 15 respostas.

 

Em suma, a pesquisa indicou que: os agentes do setor elétrico estão vendo a crise de maneira positiva; o faturamento do setor elétrico – no segmento de atuação de cada entidade – deverá apresentar para os próximos quatro anos (2009-2012) um crescimento maior que a inflação; o volume de invesimentos necessários, para o setor, poderá exceder os recursos disponíveis para financiamento via BNDES; o resultado do leilão de energia de reserva para o equilíbrio do sistema elétrico brasileiro foi positivo; o resultado do leilão de energia de reserva não irá diminuir a volatilidade do PLD, além disso o leilão distorce os mecanismos de mercado e precisa de ajustes; o Ministério do Meio Ambiente mudou de postura no licenciamento ambiental para o setor; o marco regulatório implantado no Brasil a partir de 2003 precisa de ajustes.

 

Outro aspecto importante que foi abordado no estudo, foi a questão da possibilidade do Brasil sofrer risco de novo racionamento de energia elétrica nos próximos cinco anos. 46,7% das entidades afirmaram que esse risco é baixo e os demais, que apontaram como média ou alta a possibilidade de racionamento, indicaram o ano de 2011 como o ano mais provável para a crise.



Fonte: Redação
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