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Bacia de Campos

Estudo sobre Tubarão Azul perto do fim

07/08/2013 | 15h17

 

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deve concluir, na próxima semana, avaliação sobre a comercialidade do Campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos, operado pela OGX, petroleira do grupo EBX. Há dois meses, a empresa informou ao mercado que vai encerrar a produção em 2014. A OGX iniciou a produção no campo em fevereiro do ano passado e não chegou a ter plano de desenvolvimento da produção aprovado pela ANP.
Magda Chambriard, diretora-geral da ANP, explicou que, tecnicamente, a área apresenta características de pouca porosidade, o que traz uma expectativa de produção em vazões menores. "O que estou querendo saber, pessoalmente, é se essa área vai produzir menos por muito tempo ou se nós temos ali uma situação de reservatórios fragmentados, onde vai produzir menos por pouco tempo", declarou.
Mesmo sem descartar que a produção de Tubarão Azul possa continuar por mais tempo, Magda frisou que não tem como obrigar a empresa a continuar a operação. A diretora-geral acha que há muita ansiedade com relação à OGX, lembrando que a concessão é de 35 anos, dos quais cerca de 25 são de produção. "Eu entendo a ansiedade. Principalmente o mercado financeiro, ele de jeito nenhum anda no mesmo passo da indústria do petróleo".
A petroleira tem até o dia 30 deste mês para assinar os contratos de concessão dos 13 blocos exploratórios arrematados na 11ª Rodada de Licitação, realizada em maio. Magda Chambriard disse que não vê motivo para acreditar que a OGX não vá cumprir com este compromisso. Se a OGX não assinar os contratos, as áreas irão para o segundo colocado e aqueles que não tiveram disputa retornam para a União.

A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) deve concluir, na próxima semana, avaliação sobre a comercialidade do Campo de Tubarão Azul, na Bacia de Campos, operado pela OGX, petroleira do grupo EBX. Há dois meses, a empresa informou ao mercado que vai encerrar a produção em 2014. A OGX iniciou a produção no campo em fevereiro do ano passado e não chegou a ter plano de desenvolvimento da produção aprovado pela ANP.


Magda Chambriard, diretora-geral da ANP, explicou que, tecnicamente, a área apresenta características de pouca porosidade, o que traz uma expectativa de produção em vazões menores. "O que estou querendo saber, pessoalmente, é se essa área vai produzir menos por muito tempo ou se nós temos ali uma situação de reservatórios fragmentados, onde vai produzir menos por pouco tempo", declarou.


Mesmo sem descartar que a produção de Tubarão Azul possa continuar por mais tempo, Magda frisou que não tem como obrigar a empresa a continuar a operação. A diretora-geral acha que há muita ansiedade com relação à OGX, lembrando que a concessão é de 35 anos, dos quais cerca de 25 são de produção. "Eu entendo a ansiedade. Principalmente o mercado financeiro, ele de jeito nenhum anda no mesmo passo da indústria do petróleo".


A petroleira tem até o dia 30 deste mês para assinar os contratos de concessão dos 13 blocos exploratórios arrematados na 11ª Rodada de Licitação, realizada em maio. Magda Chambriard disse que não vê motivo para acreditar que a OGX não vá cumprir com este compromisso. Se a OGX não assinar os contratos, as áreas irão para o segundo colocado e aqueles que não tiveram disputa retornam para a União.

 



Fonte: Valor Econômico
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