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Cluster Subsea

Estudo mapeia o setor de subsea do Rio de Janeiro

11/12/2014 | 15h59
Estudo mapeia o setor de subsea do Rio de Janeiro
Divulgação Sedeis Divulgação Sedeis

O cluster subsea do Rio de Janeiro ganhou nova ferramenta para mapear o setor e atrair fornecedores para essa cadeia. Foi apresentado nesta quarta-feira (dia 10) o estudo sobre a geração, transmissão e distribuição de energia e produção submarina de óleo e gás no Estado do Rio de Janeiro, durante reunião com representantes de instituições e empresários do setor, na Firjan. O levantamento foi encomendado pela Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico à Organização Nacional da Indústria do Petróleo (Onip).
 
“Esse estudo traz um leque de informações sobre tecnologias e sobre a cadeia de suprimento, que nos permitirão identificar e discutir, com o mercado de fornecedores nacionais e internacionais, a implantação no Estado do Rio de projetos e de investimentos, em tecnologias específicas do segmento de equipamentos e serviços subsea. Outra ação que iremos empreender será a publicação dessas informações, que também servirão de embasamento para as aproximações que temos feito com diversos países, como Inglaterra, Noruega, França e Estados Unidos, para atrair empresas interessadas em firmar parcerias ou em se instalar no Estado do Rio de Janeiro”, disse o subsecretário estadual de Energia, Logística e Desenvolvimento Industrial, Marcelo Vertis.
 
O estudo foi apresentado pelo gerente de projetos da Onip, Jorge Bruno, que mostrou a demanda do setor subsea no Brasil e no mundo para os próximos anos. Durante a apresentação, o gerente destacou os sistemas alternativos de geração, transmissão e distribuição de energia para suprimento de equipamentos de subsea, que inclui a energia das marés, das ondas, térmica dos oceanos, eólica offshore, osmótica e nuclear subsea.
 
Jorge Bruno mostrou ainda um mapeamento e desenvolvimento do mercado subsea fluminense, que revelou a presença de 241 empresas instaladas no Rio envolvidas com o cluster de subsea. O gerente citou três exemplos de empresas âncoras que exibiram suas demandas para o grupo de estudo e encontraram fornecedores que puderam atendê-las.
 
“Quando falamos em cluster de subsea, precisamos pensar em possibilidades de não só gerenciar, mas também estruturar, como fazer funcionar. Pode ser como condomínio industrial, com vários serviços compartilhados, como modelo de APL, polo industrial ou em formato de cluster”, explicou Bruno, lembrando das missões internacionais realizadas pelos parceiros do cluster subsea do Rio de Janeiro para descobrir a melhor forma de estruturar no Estado todas as competências.
 
O estudo é uma das ações do Cluster Subsea do Rio de Janeiro, coordenado pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, em parceria com o IBP, Firjan, Onip e Sebrae.
 
“Esse levantamento é uma contribuição para dar mais elementos a essa discussão de atração de fornecedores e desenvolvimento da cadeia, com perspectiva de, em médio ou longo prazo, tornar o Estado do Rio de Janeiro uma indústria competitiva a nível internacional de equipamentos e tecnologias subsea”, conclui o subsecretário Marcelo Vertis.



Fonte: Redação / Assessoria
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