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Negócios

Estudo aponta que Brasil deve ao Paraguai por Itaipu

19/07/2013 | 09h50

 

Estudo aponta que Brasil deve ao Paraguai por Itaipu
A menos de um mês da posse de Horacio Cartes na presidência do Paraguai, um novo ingrediente pode apimentar as relações do país vizinho com o Brasil. Um estudo feito pelo Vale Columbia Center (VCC), ligado à Universidade de Columbia e dirigido pelo economista Jeffrey Sachs, concluiu que a dívida atual do Paraguai em relação à construção de Itaipu, de US$ 7,5 bilhões, já foi quitada e sugere que o Brasil estaria devendo ao país vizinho. Propõe ainda uma revisão do Tratado de Itaipu, com uma auditoria do FMI.
"Recomendamos que Brasil e Paraguai recalculem a dívida em bases justas", dizem os pesquisadores do VCC Perrine Toledano e Nicolas Maennling, que assinam o documento. A revisão do Tratado de Itaipu é tema sensível aos paraguaios e sempre utilizado com motivações políticas e populistas durante as campanhas eleitorais no país.
Especialistas brasileiros questionam as premissas do trabalho. O presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, vê pelo menos três inconsistências: o estudo calcula a tarifa de Itaipu considerando o preço de mercado da energia, defende que o novo cálculo da dívida seja feito com taxa anual de 5%, quando o juro era de 10% na década de 80 e erra no cálculo do valor imobilizado no empreendimento.

A menos de um mês da posse de Horacio Cartes na presidência do Paraguai, um novo ingrediente pode apimentar as relações do país vizinho com o Brasil. Um estudo feito pelo Vale Columbia Center (VCC), ligado à Universidade de Columbia e dirigido pelo economista Jeffrey Sachs, concluiu que a dívida atual do Paraguai em relação à construção de Itaipu, de US$ 7,5 bilhões, já foi quitada e sugere que o Brasil estaria devendo ao país vizinho. Propõe ainda uma revisão do Tratado de Itaipu, com uma auditoria do FMI.


"Recomendamos que Brasil e Paraguai recalculem a dívida em bases justas", dizem os pesquisadores do VCC Perrine Toledano e Nicolas Maennling, que assinam o documento. A revisão do Tratado de Itaipu é tema sensível aos paraguaios e sempre utilizado com motivações políticas e populistas durante as campanhas eleitorais no país.


Especialistas brasileiros questionam as premissas do trabalho. O presidente do Instituto Acende Brasil, Claudio Sales, vê pelo menos três inconsistências: o estudo calcula a tarifa de Itaipu considerando o preço de mercado da energia, defende que o novo cálculo da dívida seja feito com taxa anual de 5%, quando o juro era de 10% na década de 80 e erra no cálculo do valor imobilizado no empreendimento.

 



Fonte: Valor Econômico
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