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Competição

Estudantes da UnB participam da Fórmula SAE BRASIL-PETROBRAS

22/11/2012 | 10h45

 

Estudantes da UnB participam da Fórmula SAE BRASIL-PETROBRAS, em Piracicaba 
A equipe Apuama Racing é a única representante do Distrito Federal na 9ª Competição Fórmula SAE BRASIL-PETROBRAS, que será realizada de 30 de novembro a 2 de dezembro no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), em Piracicaba, interior paulista.
A prova, que lança este ano a categoria de carros elétricos (disputada por três equipes de São Paulo e uma de Minas Gerais), terá 31 equipes no total com 600 universitários de 27 instituições de ensino superior do Brasil, vindos das regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Nordeste. 
O projeto dos 18 futuros engenheiros que compõem a Apuama Racing inclui um novo motor monocilíndrico de 450 cc, além de chassi, suspensão e carenagem totalmente redesenhados. “Optamos por um motor leve e com alto torque em baixa rotação, o que é fundamental para o tipo de pista encontrado na competição”, explica o capitão da equipe Leandro Burba, estudante de Engenharia Mecânica. 
O veículo, que pesa 230 kg e atinge velocidade máxima de 130 km/h, foi construído a partir de um chassi de aço tubular, usado em carros de corrida. A suspensão, do tipo Duplo A, é montada em um amortecedor de bicicleta e adaptada para as condições das provas. Em seu desenvolvimento foram utilizados softwares profissionais, como o Solidworks, para desenho dos componentes e simulações de esforços; o Ansys, para simulação de esforços e escoamento em peças aerodinâmicas; e Ricardo Wave, para simulação de componentes do motor.
Além da carenagem, também os sistemas de direção, transmissão, suspensão, chassi, foram construídos pela equipe na oficina da própria universidade. “Nossa expectativa é melhorar o rendimento em relação ao ano passado, e figurar entre as cinco melhores equipes da competição”, diz Burba. Em 2011 a Apuama Racing conquistou a 16ª colocação, entre 22 equipes participantes.
AVALIAÇÃO - Em Piracicaba os carros serão avaliados por especialistas da indústria da mobilidade, da concepção técnica (projeto, relatórios de engenharia e inspeção técnica de segurança) a viabilidade comercial (relatório de custos e apresentação do produto), e também em provas dinâmicas. No domingo, acontecerá a prova mais difícil: o enduro de resistência de 22 km, numa pista travada, que exige muito dos carros e pilotos. 
Ao final da competição, duas das equipes da categoria combustão e uma da estreante categoria elétrica que obtiverem as melhores pontuações na soma geral das provas poderão representar o Brasil nas competições da SAE INTERNATIONAL, em 2013, nos Estados Unidos: na categoria combustão, a primeira colocada poderá participar da Fórmula SAE Michigan, e a segunda colocada, da Fórmula SAE Lincoln, em Nebraska, onde a categoria elétrica fará sua estreia nas competições da SAE INTERNATIONAL no próximo ano.
ESPECIALIZAÇÃO - Os carros Fórmula SAE a combustão têm motores de 4 tempos e cilindrada máxima de 610 cm³. Já os elétricos devem ser tracionados com motores elétricos alimentados a partir de baterias de até 600 volts. A construção dos veículos deve obedecer às normas do regulamento da competição, disponível no site da SAE BRASIL - www.saebrasil.org.br -, que exige das equipes (com até 20 integrantes) especialização nos variados sistemas que compõem um carro desse tipo, como powertrain, freios, direção, suspensão, sistemas elétricos, chassis e segurança.
Os carros Fórmula SAE surgiram em 1978, nos EUA, e, desde então, são projetados por equipes de estudantes de graduação e pós-graduação de engenharia, de acordo com regras definidas pela SAE INTERNATIONAL e sob a orientação de um professor. 
As competições de carros Fórmula SAE Combustão são realizadas também na Inglaterra, Alemanha, Austrália, Áustria, Espanha, Hungria, Itália e Japão. O Brasil ingressou no circuito em 2004, com objetivo de fomentar nos estudantes de engenharia a especialização técnica em veículos de alto desempenho. Já a categoria Elétrica faz parte das competições dos EUA, Alemanha, Itália, Inglaterra, Austrália e, agora, do Brasil. O objetivo principal da categoria elétrica é aumentar o conhecimento técnico na área de motores 100% elétricos para as novas gerações de engenheiros, responsáveis pelas novas tendências da engenharia.
“É na prática das teorias aprendidas na universidade que se desenvolvem as capacidades e a paixão pela engenharia, muito importantes para a formação do profissional. E as competições estudantis da SAE BRASIL proporcionam isso”, afirma Vagner Galeote, presidente da SAE BRASIL.

A equipe Apuama Racing é a única representante do Distrito Federal na 9ª Competição Fórmula SAE BRASIL-PETROBRAS, que será realizada de 30 de novembro a 2 de dezembro no Esporte Clube Piracicabano de Automobilismo (ECPA), em Piracicaba, interior paulista.


A prova, que lança este ano a categoria de carros elétricos (disputada por três equipes de São Paulo e uma de Minas Gerais), terá 31 equipes no total com 600 universitários de 27 instituições de ensino superior do Brasil, vindos das regiões Sul, Sudeste, Centro Oeste e Nordeste. 


O projeto dos 18 futuros engenheiros que compõem a Apuama Racing inclui um novo motor monocilíndrico de 450 cc, além de chassi, suspensão e carenagem totalmente redesenhados. “Optamos por um motor leve e com alto torque em baixa rotação, o que é fundamental para o tipo de pista encontrado na competição”, explica o capitão da equipe Leandro Burba, estudante de Engenharia Mecânica. 


O veículo, que pesa 230 kg e atinge velocidade máxima de 130 km/h, foi construído a partir de um chassi de aço tubular, usado em carros de corrida. A suspensão, do tipo Duplo A, é montada em um amortecedor de bicicleta e adaptada para as condições das provas. Em seu desenvolvimento foram utilizados softwares profissionais, como o Solidworks, para desenho dos componentes e simulações de esforços; o Ansys, para simulação de esforços e escoamento em peças aerodinâmicas; e Ricardo Wave, para simulação de componentes do motor.


Além da carenagem, também os sistemas de direção, transmissão, suspensão, chassi, foram construídos pela equipe na oficina da própria universidade. “Nossa expectativa é melhorar o rendimento em relação ao ano passado, e figurar entre as cinco melhores equipes da competição”, diz Burba. Em 2011 a Apuama Racing conquistou a 16ª colocação, entre 22 equipes participantes.


AVALIAÇÃO - Em Piracicaba os carros serão avaliados por especialistas da indústria da mobilidade, da concepção técnica (projeto, relatórios de engenharia e inspeção técnica de segurança) a viabilidade comercial (relatório de custos e apresentação do produto), e também em provas dinâmicas. No domingo, acontecerá a prova mais difícil: o enduro de resistência de 22 km, numa pista travada, que exige muito dos carros e pilotos. 


Ao final da competição, duas das equipes da categoria combustão e uma da estreante categoria elétrica que obtiverem as melhores pontuações na soma geral das provas poderão representar o Brasil nas competições da SAE INTERNATIONAL, em 2013, nos Estados Unidos: na categoria combustão, a primeira colocada poderá participar da Fórmula SAE Michigan, e a segunda colocada, da Fórmula SAE Lincoln, em Nebraska, onde a categoria elétrica fará sua estreia nas competições da SAE INTERNATIONAL no próximo ano.


ESPECIALIZAÇÃO - Os carros Fórmula SAE a combustão têm motores de 4 tempos e cilindrada máxima de 610 cm³. Já os elétricos devem ser tracionados com motores elétricos alimentados a partir de baterias de até 600 volts. A construção dos veículos deve obedecer às normas do regulamento da competição, disponível no site da SAE BRASIL - www.saebrasil.org.br -, que exige das equipes (com até 20 integrantes) especialização nos variados sistemas que compõem um carro desse tipo, como powertrain, freios, direção, suspensão, sistemas elétricos, chassis e segurança.


Os carros Fórmula SAE surgiram em 1978, nos EUA, e, desde então, são projetados por equipes de estudantes de graduação e pós-graduação de engenharia, de acordo com regras definidas pela SAE INTERNATIONAL e sob a orientação de um professor. 


As competições de carros Fórmula SAE Combustão são realizadas também na Inglaterra, Alemanha, Austrália, Áustria, Espanha, Hungria, Itália e Japão. O Brasil ingressou no circuito em 2004, com objetivo de fomentar nos estudantes de engenharia a especialização técnica em veículos de alto desempenho. Já a categoria Elétrica faz parte das competições dos EUA, Alemanha, Itália, Inglaterra, Austrália e, agora, do Brasil. O objetivo principal da categoria elétrica é aumentar o conhecimento técnico na área de motores 100% elétricos para as novas gerações de engenheiros, responsáveis pelas novas tendências da engenharia.


“É na prática das teorias aprendidas na universidade que se desenvolvem as capacidades e a paixão pela engenharia, muito importantes para a formação do profissional. E as competições estudantis da SAE BRASIL proporcionam isso”, afirma Vagner Galeote, presidente da SAE BRASIL.



Fonte: Redação TN
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