acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Pré-Sal

Estratégia é exportar só derivados

05/08/2008 | 05h07

Com investimentos de mais de US$ 43 bilhões na construção de novas refinarias até 2016 e aumento da capacidade de produção das plantas já existentes, o Brasil se prepara para ser exportador de produtos petrolíferos de maior valor agregado. As duas refinarias premium que serão construídas no Maranhão e no Ceará, com capacidade de 900 mil barris por dia, serão destinadas à exportação de diesel com as especificações exigidas pelos mercados japonês, europeu e americano. Pelos planos do governo, a capacidade de refino do país passará dos atuais 1,792 milhão de barris/dia para 3,2 milhões até 2020. 


Essa decisão é parte da estratégia do presidente Lula, que, em recente reunião com a Casa Civil e com a direção da Petrobras, estabeleceu três premissas decorrentes do aumento da produção de petróleo, na próxima década, a partir da camada pré-sal: o país não será exportador de óleo bruto; parte das receitas com a exploração será mesmo destinada a um fundo de investimento em educação; e só serão importados equipamentos que a indústria naval local não for capaz de produzir. A recuperação desse setor, agora, "não tem mais volta", sintetizou um ministro que participa do grupo de trabalho criado para elaborar um modelo de exploração do pré-sal. 


"Somos o país que pode transformar essa reserva (o pré-sal) em riqueza para a sociedade e em poderio econômico, social e político", disse esse ministro. 


As refinarias do Maranhão e do Ceará terão capacidade de 300 mil e 150 mil, respectivamente, numa primeira etapa até 2014. Depois, ambas serão "clonadas", duplicando a produção para 600 mil e 300 mil. Estas, porém, não esgotam todas as possibilidades de novas unidades de refino que estão em análise. 


No Palácio do Planalto, há simpatia pela experiência da Noruega, onde convivem duas estatais: Statoil, criada em 1972, com 60% do capital da coroa norueguesa e 40% no mercado, responsável pela gestão econômica e comercial; e Petroro, criada alguns anos depois, que administra o patrimônio e as finanças. 



Fonte: Valor Econômico
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar