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Investimento

Estratégia da Shell poderá dar prioridade à exploração

24/09/2004 | 00h00

Embora a estratégia mundial da Shell, anunciada nesta quinta-feira (23/09), esteja voltada para investir em exploração e produção, a divisão brasileira da companhia ainda não tem definição sobre os investimentos no Brasil. O presidente da Shell Brasil, Aldo Castelli, garantiu, no entanto que não há interesse da companhia em sair do País e que em breve será divulgado o plano de investimentos da empresa para os próximos três anos.
Mundialmente, a Shell tem o plano de se desfazer de ativos de downstream na ordem de US$ 12 bilhões e investir US$ 45 bilhões, prioritariamente em exploração e produção. O objetivo da empresa é aumentar suas reservas e recuperar a confiança do mercado, abalada pelas informações equivocadas sobre as reservas da companhia divulgadas no início do ano. 
A estratégia de priorizar o setor E&P, porderá adotada também no Brasil. Segundo Castelli, essa não é uma diretriz da companhia localmente, mas, afirmou, "o setor de upstream no Brasil é muito atraente.
Sobre o prejuízo de R$ 632 milhões registrado pela Shell no ano passado, Castelli explicou que este prejuízo é decorrende de investimentos em exploração que são muito altos e ainda demoram a dar resultados. "A companhia vai bem em downstream e desde 1998 até hoje já investiu US$ 1 bilhão em exploração e produção. Este investimento é que causa impacto nos resultados", afirmou.    
Segundo Castelli, todos os rumores sobre a saída da Shell do país são "um barulho desnecessário". O executivo, que compareceu à entrega do barco de apoio Austral Abrolhos, que será utilizado pela companhia na operação do Campo de Bijupirá-Salema, afirmou que o contrato da embarcação era a melhor prova do interesse da Shell pelo país.
Com relação ao downstream, Castelli comentou que o governo tem feito um bom trabalho contra a adulteração de combustíveis e sonegação de impostos. "Hoje o ambiente competitivo é muito melhor do que nos anos anteriores, concluiu.
 O Austral Abrolhos foi construído pelo estaleiro Promar sob encomenda da Gulf Marine, cujos serviços foram contratados pela Shell durante os próximos cinco anos. A embarcação será utilizada no campo Bijupirá-Salema, na Bacia de Campos, onde a Shell é operadora com 80% do negócio e tem como parceira a Petrobras com 20%.



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