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Mercado

Estoques dos EUA caem e cotação do petróleo sobe

10/09/2004 | 00h00

A queda nos estoques de petróleo e gasolina nos Estados Unidos, segundo o relatório semanal divulgado ontem, provocou a alta da commodity nesta quinta-feira (09/09). O petróleo tipo WTI comercializado em Nova York, para entrega em outubro, fechou ontem cotado a US$ 44,61 o barril, uma alta de US$ 1,84 ou 4,30%. A máxima do dia foi de US$ 44,75.
O petróleo do tipo Brent, comercializado em Londres e que baliza os custos da Petrobras, fechou cotado a US$ 42,22, alta de US$ 1,83 ou 4,53%, para entrega em outubro. A máxima do dia alcançou US$ 42,30.
Os estoques de petróleo dos Estados Unidos recuaram em 1,4 milhão de barris na semana encerrada em 3 de setembro, para 285,7 milhões, segundo informações da Administração de Informação de Energia (AIE). Os estoques de gasolina caíram em 2,5 milhões de barris, para 204,1 milhões.
Analistas ouvidos pela Reuters previam em média uma queda de 800 mil barris nos estoques de petróleo e uma alta de 400 mil barris nos de gasolina.
Os níveis de estoques de petróleo nos Estados Unidos podem estar perto dos menores níveis já que as refinarias aumentaram a produção de produtos de petróleo, afirmou a AIE.
"Com os estoques de petróleo normalmente caindo em boa parte de setembro, pelo menos até que algumas refinarias comecem seus programas extensivos de manutenção no outono, os estoques de petróleo podem estar chegando perto dos níveis mais baixos deste último ciclo", disse a AIE em sua revisão semanal.
A AIE afirmou que a queda recente nos estoques de petróleo dos EUA reflete uma mudança das refinarias para impulsionar a produção de derivados de petróleo, particularmente combustível destilado e querosene para aviação.
Já os estoques mundiais de petróleo aumentarão nos próximos meses, a menos que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) reduza sua produção, afirmou a Agência Internacional de Energia em relatório mensal otimista divulgado ontem.
A produção mundial média de agosto foi de 83,6 milhões de barris por dia, 300 mil barris a mais do que em julho e 2,6% a mais do que a demanda prevista para este trimestre, disse a agência. Os países industrializados têm atualmente uma quantidade de petróleo armazenada 0,3% maior do que no ano passado.
"A oferta está à frente da demanda e os estoques estão se formando", disse a agência. "Embora a demanda esteja crescendo, a oferta mundial também está."
A agência - que assessora 26 países industrializados sobre políticas de energia - previu que a demanda por petróleo dos países ligados ao cartel será de 28,3 milhões de barris por dia (bpd) no quarto trimestre, comparado com uma produção de 29,3 milhões de bpd em agosto.
Se a Opep continuar produzindo no atual ritmo, haverá um estoque de 1 milhão de bpd comparado com o ano passado, quando eles ficaram estáveis no quarto trimestre, acrescentou a agência internacional. "A Arábia Saudita deveria reduzir sua produção para cerca de 8,8 milhões de bpd no quarto trimestre se quiser impedir a formação de estoques nos países consumidores", destacou.



Fonte: Valor Econômico/ag.
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