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Internacional

Estoques de combustível dos EUA caem e tendem a pressionar ainda mais cotações

19/04/2006 | 00h00

Relatório semanal divulgado nesta quarta-feira (19/4) pelo governo americano revelou uma surpreendente queda nos estoques internos de petróleo e de gasolina nos Estados Unidos. O documento informa que os estoques de gasolina caíram em 5,4 milhões de barris, enquanto analistas esperavam uma redução de 2,5 milhões.

As reservas de destilados, que inclui óleo para calefação e óleo diesel, recuaram 2,8 milhões de barris, enquanto as de óleo cru sofreram uma queda de 0,8 milhão. A previsão dos analistas era de que haveria uma queda de 1,6 mil no suprimento de destilados e um aumento de 1,8 milhão no estoque de óleo.

Os dados sobre as reservas americanas de combustíveis tendem a ser mais um fator de pressão sobre as cotações internacionais do barril do petróleo. A turbulência no mercado aumentou nos últimos dias em meio às ameaças dos Estados Unidos contra o programa nuclear do Irã, que é o segundo maior exportador da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep).

O barril fechou ontem cotado a US$ 71,35 em Nova York e a US$ 72,51 em Londres, atingindo os maiores preços desde 1979, quando a revolução islâmica no Irã comprometeu as exportações da commoditie.

O comportamento dos níveis das reservas domésticas americanas de combustíveis têm sido a acompanhado com atenção pelo mercado nos últimos dias. O motivo é a forte demanda provocada pelas férias de verão no país, quando ocorre aumento das viagens nas estradas.

O governo americano falhou ontem em sua tentativa de buscar apoio internacional para impor sanções ao Irã. O presidente George Bush, no entanto, se recusa a descartar uma intervenção militar, caso falhem as tentativas diplomáticas de fazerem o país árabe suspender seu programa nuclear. O governo do Irã garante que a iniciativa tem fins pacíficos, apesar de vários países do Oriente Médio afirmarem que a intenção seja a construção de uma bomba.

A política, contudo, é apenas uma parte do problema. Nos últimos anos, a pressão sobre os preços do petróleo fizeram as cotações triplicarem desde o início de 2002. Ao mesmo tempo, o grande volume de capital disponível dos investidores, somado a baixas taxas de juros globais, tem contribuído para estimular o crescimento econômico que resulta na demanda de todos os tipos de commodities, incluindo o petróleo.

Para agravar ainda mais a situação, as descobertas de novas reservas de petróleo facilmente recuperáveis não tem sido suficiente para acompanhar a velocidade da crescente demanda nos Estados Unidos e em países emergentes, tais como China e Índia.



Fonte: Redação
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