acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Petróleo

Estatal teve acidentes similares com plataformas

06/05/2010 | 09h18

A Petrobras tem na sua história dois acidentes no campo de Enchova, na bacia de Campos (em 1984 e 1988) que ainda hoje são lembrados quando o assunto é um "blowout". No primeiro morreram 37 pessoas; no segundo, os prejuízos pela destruição total do convés e da torre somaram US$ 500 milhões, segundo o Sindicato dos Petroleiros (Sindipetro) de Macaé.

 


Apesar de mais conhecidos, os acidentes em Enchova não foram os únicos. A estatal enfrentou problemas desse tipo quando a produção do país acontecia principalmente em terra. Nesses casos, uma das técnicas de controle na boca de um poço é o uso de dinamite: a explosão captura o oxigênio e extingue o fogo. Isso permite que se use equipamentos que vão conter o fluxo indesejado de petróleo e gás para que haja uma produção controlada. Também há registros de uma explosão na plataforma P-11, no Rio Grande do Norte.

 


As boias de contenção de petróleo que estão sendo usadas no Golfo do México foram usadas na Baía de Guanabara em 2000. Nesse ano houve 19 acidentes na Petrobras que resultaram no vazamento de cerca de 6 milhões de litros de material poluente. Isso inclui o vazamento de 1,3 milhão de litros de óleo de um terminal da Refinaria Duque de Caxias (Reduc) na Baía de Guanabara e os 4 milhões de litros de petróleo que vazaram após um acidente na Refinaria Presidente Getúlio Vargas (Repar).

 


Em 2001, a plataforma P-36 explodiu e afundou. Um ano e meio depois, outra plataforma, a P-34, adernou depois de uma falha no sistema elétrico. No mês passado, a explosão da plataforma Deepwater Horizon, propriedade da suíça Transocean, matou 11 empregados da BP e de empresas prestadoras de serviços. O vazamento deve ser o pior desastre ambiental dos EUA, maior que o vazamento do navio Exxon Valdez no Alasca, em 1989. As despesas com limpeza e reparação a residentes afetados pelo derrame custaram bilhões à Exxon. Os processos tramitaram na Justiça americana por 21 anos até chegarem à Suprema Corte em 2008. (CS)
 



Fonte: Valor Econômico
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar