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Petroquímica

Estatal retoma projeto com italiana M&G

06/07/2006 | 00h00

A Petroquisa retomou na semana passada as negociações com o grupo italiano Mossi & Ghisolfi (M&G) para discutir a formação de uma parceria destinada a construir na área industrial do porto de Suape, em Pernambuco, uma unidade de ácido teraftálico purificado (PTA), matéria-prima para a fabricação de poliéster e de plástico para embalagens (PET). As divergências entre as duas parte tinham levado à interrupção do diálogo e a Petrobras estava buscando um novo parceiro tecnológico para o projeto, que tem como cliente potencial uma fábrica de PET/poliéster da M&G na mesma região.

Em fevereiro deste ano a Petroquisa comunicou oficialmente ao mercado a decisão de entrar com uma participação de 40% em uma unidade de PTA em Pernambuco, cujo investimento total está estimado em US$ 490 milhões. A fábrica terá capacidade para produzir 550 mil toneladas anuais de PTA. Pelo desenho inicial, os outros 60% seriam divididos entre a M&G e a Citene (Companhia Integrada Têxtil do Nordeste), uma associação do grupo Vicunha com outras empresas do setor têxtil.

O fato novo surgido após a interrupção das conversas entre a Petrobras e o M&G foi a formação, pelos italianos, de um conselho consultivo no Brasil, que na semana passada fez uma visita diplomática ao novo presidente da Petroquisa, José Lima de Andrade Neto, comunicando a intenção do grupo internacional de retomar o diálogo em torno de projeto.

Andrade não forneceu os nomes dos conselheiros da M&G, mas disse que a Petrobras gostou da iniciativa porque a tendência natural do projeto seria de contar com a participação da multinacional.

"Isso não significa que não possamos discutir o assunto com outros interessados", ressaltou.

Outro investimento em parceria com participação de 40% da Petroquisa, a construção de uma unidade de polipropileno em Paulínia (SP) com a Braskem, não tem problema societário, mas enfrenta ainda espera licença ambiental. A previsão é investir US$ 220 milhões na unidade, que terá capacidade para produzir 300 mil toneladas anuais da resina.



Fonte: Valor Econômico
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