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Petroquímica

Estatal admite parcerias em polipropileno

18/08/2004 | 00h00

O diretor financeiro da Petrobras, José Sérgio Gabrielli, disse ontem que a estatal poderia construir sozinha a unidade de polipropileno planejada para o Estado de São Paulo, mas a intenção é fazê-la em parcerias com grupos privados. O projeto, orçado em US$ 226 milhões com capacidade de produzir 300 mil toneladas, é disputado por dois grupos de peso: a Braskem e a Polibrasil, joint-venture entre o grupo Suzano e a Basell.
"Estamos em processo de discussão interna e (com conversas) com os sócios. É possível juntar os dois grupos, juntar um só e é possível fazer sozinho", disse, sem entrar em detalhes sobre as negociações. O diretor financeiro não deu prazo para o anúncio do projeto, ao contrário do seu colega da diretoria de abastecimento, Paulo Roberto Costa, que declarou, no dia 6 de julho, que a decisão sairia em 90 dias.
"Não estamos premidos por um prazo inelutável em que temos de resolver imediatamente. Há uma certa folga", disse Gabrielli. O diretor financeiro afirmou ainda que o projeto não está condicionado à decisão de a Petrobras ampliar sua participação na Braskem - como prevê o acordo de acionistas da petroquímica controlada pelo grupo Odebrecht, em 2005 - ou na Rio Polímeros, empresa do pólo gás-químico do Rio de Janeiro, no qual o grupo Suzano é sócio junto com a estatal. A Petrobras tem opção de comprar a fatia do BNDES na Riopol. "Olhamos tudo junto, mas não necessariamente as decisões são subordinadas no tempo uma a outra", declarou.



Fonte: Valor Econômico
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