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Licitação

Estaleiro Rio Grande desite da Transpetro, mas participará da licitação do dique-seco

16/01/2006 | 00h00

O estaleiro Rio Grande foi pré-qualificado em quarto lugar na primeira fase de licitação, a de propostas técnicas, e teria condições de participar do Grupo B e C, para a construção de navios Panamax, produtos e gaseiros. No entanto, segundo o explica gerente de implantação do estaleiro Rio Grande, Roberto Dieckmann, a empresa só teria interesse em participar da licitação da Transpetro se tivesse sido pré-qualificada para a construção de grandes petroleiros Suezmax e Aframax. Na avaliação do executivo, o estaleiro Rio Grande, que ainda não possui instalações físicas, não teria condições de fazer propostas competitivas para a construção dos navios do grupo B uma vez que já existem estaleiros capacitados para este tipo de encomenda.

"Chegamos a apelar para passar para o grupo A e quando soubemos que um dos classificados para os grandes petroleiros desistiria da disputa, voltamos a apelar para participar no grupo principal. Com a saída de um grupo, subiríamos uma posição. No entanto, a comissão de licitação considerou que a fase de pré-qualificação já havia sido encerrada", informa. 

O executivo critica a decisão da comissão: "Acreditamos que a licitação não é virtuosa uma vez que tinha três competidores, um desiste e se despreza um quarto colocado", diz o executivo que considera que a participação de mais um competidor seria bom para a Petrobras, para a comissão de licitação e para o país.

Em relação à licitação para a construção do dique-seco para a Petrobras, Dieckmann considera a proposição muito mais realista em termos de cronograma. O programa exige a construção de um dique-seco com capacidade para a construção e reparos de plataformas em dois anos.

Para participar da licitação, o estaleiro Rio Grande vai oferecer a mesma área na cidade de Rio Grande (RS) na qual será feito investimento de cerca de US$ 75 milhões. "Para o estaleiro, o investimento seria de US$ 100 milhões e a dique-seco é cerca de 25% a 30% mais barato", calcula Dieckmann, que ressalta, entretanto, que o importante para a cidade seria a geração de 2.500 empregos e os impostos decorrentes da operação da instalação.

Para a construção do dique-seco, a empresa usaria apenas 40% do terreno de que dispõe e a intenção de construir um estaleiro no local permanece, embora em um prazo maior.



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