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Adeus do Gigante

Esso prepara saída do Cone Sul

25/09/2007 | 00h00

A Esso tem a intenção de vender seus ativos na América do Sul, de acordo com o diretor da área Internacional da Petrobras, Nestor Cerveró. O executivo deu a informação pouco antes da cerimônia de posse do presidente da Petrobras Distribuidora (BR), José Eduardo Dutra. De acordoco Cerveró, a estatal não apresentou proposta para a compra dos negócios da empresa norte-americana.

"O que posso garantir é que não fizemos nenhuma proposta. A Esso contratou um banco para fazer operação, porque não é só a Argentina. A Esso colocou as operações no Brasil, Argentina, Chile, Uruguai e Paraguai à venda", comentou.

Presente à solenidade, o diretor de Suprimento da Esso no Brasil, Leonardo Gadotti, afirmou desconhecer a informação. Ele limitou-se a informar que a empresa detém ativos no Brasil, Argentina, Chile, Paraguai e Uruguai. No Brasil, a Esso tem 8% do mercado de distribuição de combustíveis, e atua também nas áreas de exploração e produção de petróleo, área química e de lubrificantes.

Nas últimas semanas, informações vindas da Argentina davam conta de que a Esso, decidida a sair de lá, estipulara para ontem o prazo para que os interessados nos negócios naquele País se manifestassem. O preço estipulado por esses negócios seria de US$ 200 milhões. O objetivo, com o prazo, seria se desfazer dos ativos até o final deste ano. Sobre a venda dos negócios na Argentina, Gadotti afirmou que também não sabe de nada.

Especialistas argentinos declararam que a Petrobras é a empresa favorita a arrematar os negócios da Esso. Um dos rivais da companhia brasileira seria a estatal venezuelana PDVSA, que disputaria em conjunto com a estatal argentina Enarsa. Por outro lado, comenta-se que a Esso não venderia seus ativos à PDVSA, em função do episódio em que a empresa norte-americana foi expulsa da Venezuela.

A Shell também é apontada como uma forte concorrente da Petrobras para adquirir os ativos da Esso argentina. Mas os problemas recentes entre a companhia anglo-holandesa com o Governo Kirchner poderia desestimular a empresa a tentar a compra.



Fonte: Jornal do Commercio
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