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Ceará

Espanha inspira parque tecnológico de Fortaleza

02/05/2013 | 14h12

 

Na próxima semana, representantes da Prefeitura de Fortaleza e do Governo do Estado se reúnem para discutir o projeto de criação do parque tecnológico da Capital. A expectativa é que a estrutura do novo empreendimento, pensado a médio prazo, seja semelhante a do Parque Tecnológico de Andaluzia (PTA), em Málaga, na Espanha.
Os respectivos titulares da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico (Cede), Robinson de Castro e Alexandre Pereira, estiveram na Espanha, de 22 a 26 de abril, para conhecer o parque e seu desenvolvimento. Eles vão apresentar a experiência para o governador Cid Gomes e para o prefeito Roberto Cláudio.
Os gestores foram ao local a convite de consultores daquele país, acompanhados de empresários cearenses, e voltaram otimistas. Acreditam que é possível aplicar o modelo espanhol à realidade local, pois Málaga e Fortaleza têm características em comum.
Instalado em um espaço de 186 hectares, o PTA abriga pequenas, médias e grandes empresas que atuam nos seguintes setores: telecomunicações, eletrônica, informática, serviços avançados e meio ambiente. Foram aplicados 1,5 bilhão de euros (aproximadamente R$ 4 bilhões) na criação do parque.
Modelo
O polo segue um modelo de desenvolvimento empresarial contínuo. Em 1992, ano em que foi inaugurado, contava com oito empresas. Atualmente, já são 600, onde trabalham mais de 15 mil pessoas.
O PTA trabalha desde processos de pré-incubação (destinados a empreendedores com ideia de formar uma empresa) à venda e arrendamento de terreno para empresas consolidadas.
De acordo com Robinson de Castro, com um terreno grande, infraestrutura e um projeto consistente, o parque tecnológico de Fortaleza pode ser criado em médio prazo. Na Espanha, por exemplo, foram quatro anos a partir do acordo entre a Junta de Andaluzia e o Município de Málaga para criar o parque (1988) e a inauguração do equipamento (1992). Em 1995, o polo passou a ser sede da Associação Internacional de Parques Científicos e Tecnológicos (Iasp).
Praia do Futuro
Com relação à localização do parque de Fortaleza, o gestor diz que não há nada definido. No entanto, cita a Praia do Futuro como o lugar ideal para a instalação do empreendimento, considerando a presença de 13 cabos de fibra ótica.
Porém, o terreno da Prefeitura no lugar corresponde a apenas 10 hectares. "Teríamos que ver o entorno, a Praia do Futuro é um ponto estratégico", declara Robinson de Castro.
Governo do estado terá ações no equipamento
Assim como é em Málaga, em Fortaleza, o parque será um equipamento do Município, mas com investimentos do governo estadual e de outros atores sociais. No Polo Tecnológico de Andaluzia (PTA), as ações são divididas entre o estado (59,4%), a Prefeitura (33,76%), bancos de desenvolvimento (14,76%) e universidade (0,99%).
O titular da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Robinson de Castro, diz que essa divisão é fundamental para que a "espinha dorsal do parque seja os negócios", gerando mais emprego e renda.
Para incentivar a rápida instalação de empresas no futuro polo, há pretensão de isentá-las do pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), bem como reduzir o valor do Imposto Sobre Serviços (ISS) e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Outros segmentos
Segundo o secretário do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico (Cede), Alexandre Pereira, além de atrair empresas do setor tecnológico, a ideia é incentivar também outros segmentos para o parque. No PTA, existem jardins e zonas de lazer, serviços médicos, creches, hotel, centros de formação, dentre outros.
Em 2009, Prefeitura e Governo criaram uma comissão para discutir a implantação de um parque tecnológico na cidade, algo que não progrediu. "Mas, agora, existe um alinhamento político e de ideias entre prefeito e governador", aposta o secretário.
Em quatro dias de visita à Espanha, a comitiva ainda conheceu o Porto de Málaga, o Parque Tecnológico de Córdoba e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Andaluzia, localizada em Sevilha.

Na próxima semana, representantes da Prefeitura de Fortaleza e do Governo do Estado se reúnem para discutir o projeto de criação do parque tecnológico da Capital. A expectativa é que a estrutura do novo empreendimento, pensado a médio prazo, seja semelhante a do Parque Tecnológico de Andaluzia (PTA), em Málaga, na Espanha.


Os respectivos titulares da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico (Cede), Robinson de Castro e Alexandre Pereira, estiveram na Espanha, de 22 a 26 de abril, para conhecer o parque e seu desenvolvimento. Eles vão apresentar a experiência para o governador Cid Gomes e para o prefeito Roberto Cláudio.


Os gestores foram ao local a convite de consultores daquele país, acompanhados de empresários cearenses, e voltaram otimistas. Acreditam que é possível aplicar o modelo espanhol à realidade local, pois Málaga e Fortaleza têm características em comum.


Instalado em um espaço de 186 hectares, o PTA abriga pequenas, médias e grandes empresas que atuam nos seguintes setores: telecomunicações, eletrônica, informática, serviços avançados e meio ambiente. Foram aplicados 1,5 bilhão de euros (aproximadamente R$ 4 bilhões) na criação do parque.



Modelo


O polo segue um modelo de desenvolvimento empresarial contínuo. Em 1992, ano em que foi inaugurado, contava com oito empresas. Atualmente, já são 600, onde trabalham mais de 15 mil pessoas.


O PTA trabalha desde processos de pré-incubação (destinados a empreendedores com ideia de formar uma empresa) à venda e arrendamento de terreno para empresas consolidadas.


De acordo com Robinson de Castro, com um terreno grande, infraestrutura e um projeto consistente, o parque tecnológico de Fortaleza pode ser criado em médio prazo. Na Espanha, por exemplo, foram quatro anos a partir do acordo entre a Junta de Andaluzia e o Município de Málaga para criar o parque (1988) e a inauguração do equipamento (1992). Em 1995, o polo passou a ser sede da Associação Internacional de Parques Científicos e Tecnológicos (Iasp).



Praia do Futuro


Com relação à localização do parque de Fortaleza, o gestor diz que não há nada definido. No entanto, cita a Praia do Futuro como o lugar ideal para a instalação do empreendimento, considerando a presença de 13 cabos de fibra ótica.


Porém, o terreno da Prefeitura no lugar corresponde a apenas 10 hectares. "Teríamos que ver o entorno, a Praia do Futuro é um ponto estratégico", declara Robinson de Castro.



Governo do estado terá ações no equipamento


Assim como é em Málaga, em Fortaleza, o parque será um equipamento do Município, mas com investimentos do governo estadual e de outros atores sociais. No Polo Tecnológico de Andaluzia (PTA), as ações são divididas entre o estado (59,4%), a Prefeitura (33,76%), bancos de desenvolvimento (14,76%) e universidade (0,99%).


O titular da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico, Robinson de Castro, diz que essa divisão é fundamental para que a "espinha dorsal do parque seja os negócios", gerando mais emprego e renda.


Para incentivar a rápida instalação de empresas no futuro polo, há pretensão de isentá-las do pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), bem como reduzir o valor do Imposto Sobre Serviços (ISS) e do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).



Outros segmentos


Segundo o secretário do Conselho Estadual de Desenvolvimento Econômico (Cede), Alexandre Pereira, além de atrair empresas do setor tecnológico, a ideia é incentivar também outros segmentos para o parque. No PTA, existem jardins e zonas de lazer, serviços médicos, creches, hotel, centros de formação, dentre outros.


Em 2009, Prefeitura e Governo criaram uma comissão para discutir a implantação de um parque tecnológico na cidade, algo que não progrediu. "Mas, agora, existe um alinhamento político e de ideias entre prefeito e governador", aposta o secretário.


Em quatro dias de visita à Espanha, a comitiva ainda conheceu o Porto de Málaga, o Parque Tecnológico de Córdoba e a Agência de Desenvolvimento Econômico de Andaluzia, localizada em Sevilha.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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