acesso a redes sociais
  • tumblr.
  • twitter
  • Youtube
  • Linkedin
  • flickr
conecte-se a TN
  • ver todas
  • versão online
  • Rss
central de anunciante
  • anunciar no site
  • anunciar na revista
Rio Oil & Gas 2012

Espaço debate os avanços e desafios do desenvolvimento sustentável no setor

20/09/2012 | 09h58
Espaço debate os avanços e desafios do desenvolvimento sustentável no setor
Rudy Trindade/TN Petróleo Rudy Trindade/TN Petróleo

 

O Brasil precisa rever o papel da produção de petróleo na economia do país e a política energética vigente, para avançar em direção a sustentabilidade do setor. Esses foram os grandes desafios apontados pelos especialistas que participaram da Arena+10, evento paralelo realizado pela Comissão de Responsabilidade Social do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), ontem (19) na Rio Oil & Gas 2012.
Duranteo encontro, Jorge Abrahão de Castro, diretor de estudos e políticas sociais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), comentou que é preciso definir melhor as prioridades do que queremos fazer com as receitas do petróleo, considerando que esta é uma renda intergeracional e incorporando estados e municípios tanto no esforço de poupançaquanto na estratégia de investimentos.
"Temos que poupar para reservar parte dos recursos para as gerações futuras e evitar que a volatividade das receitas prejudique o equilíbrio macroeconômico; e temos ainda que investir para gerar desenvolvimento econômico que tanto beneficie gerações futuras quanto fortaleça a economia contra a doença holandesa", afirmou Castro.
De acordo com o executivo, o atual modelo de distribuição de royalties mantem relação mínima com o que poderíamos chamar de critérios sociais, econômicos e ambientais de compensação, principalmente entre os municípios.
Alfredo Renault, superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), reforçou dizendo que o Brasil precisa rever o papel da produção de petróleo na economia do país, tanto para o desenvolvimento da cadeia produtiva quanto pela questão de bens e serviços, ou até mesmo através dos royalties.
Na mesa redonda sobre o consumo consciente da energia, Luiz Augusto Horta, da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), disse que uma das maneiras mais importantes para uma empresa exercer sua responsabilidade social é através da promoção da eficiência no uso da energia. Para Horta, o fomento ao mercado de gás natural, o incentivo à cogeração e a difusão de informações aos consumidores são ações importantes nessa direção.
"Além das ações usuais de promoção social, valorização e difusão da produção artística/ cultural, as empresas de petróleo, gás e biocombustíveis podem atuar de forma socialmente responsável em seu campo direto de ação, promovendo a eficiência econômica e energética e melhorando as condições ambientais", enfatizou.
Nesse sentido, segundo ele, é essencial o balizamento do desenvolvimento dos sistemas energéticos mediante uma adequada política energética que auxilie e justifique a efetiva implementação dos conceitos da responsabilidade social no âmbito empresarial. 
Finalizando os debates, Marcos Moisés, gerente de Desenvolvimento de Mercado Granel da Supergasbras, empresa do grupo SHV Energy – líder mundial em distribuição de Gás LP, pontuou que o Gás LP (Gás Liquefeito de Petróleo), pode ser a ponte entre os combustíveis fósseis e as energias renováveis.
"O Gás LP é uma energia limpa, acessível e sustentável, mas ainda ocupa um espaço extremamente reduzido na política energética nacional e somente 3% na matriz elétrica brasileira. Ela é abundante e de fácil logística, mas é cercada de tabus relacionadas a sua competitividade econômica, segurança, eficiência e racionalidade logística e uso", comentou o gerente.
O foco da Arena + 10 esteve no debate sobre como a questão econômica reflete nos impactos sociais e ambientais, ou seja, como os recursos financeiros se relacionam com aspectos sociais do desenvolvimento. As discussões estiveram focadas também no grande paradoxo que é o estímulo ao consumo enquanto a sociedade quer reduzir as emissões de carbono.
Publicação
Durante o evento, foi lançada a publicação “Boas Práticas de Responsabilidade Social Corporativa no Setor de Petróleo, Gás e Combustíveis”, o primeiro livro sobre a temática da responsabilidade social publicado pelo IBP, que desenvolveu a publicação para celebrar os 10 anos do seminário Arena +10.
A publicação, que contou com a distribuição da Benício Biz Editores e Associados, mostra de forma abrangente e representativa uma coletânea de iniciativas de sucesso realizadas pelas empresas de diversos portes e pela academia no contexto setorial.

O Brasil precisa rever o papel da produção de petróleo na economia do país e a política energética vigente, para avançar em direção a sustentabilidade do setor. Esses foram os grandes desafios apontados pelos especialistas que participaram da Arena+10, evento paralelo realizado pela Comissão de Responsabilidade Social do Instituto Brasileiro de Petróleo, Gás e Biocombustíveis (IBP), ontem (19) na Rio Oil & Gas 2012.

Durante o encontro, Jorge Abrahão de Castro, diretor de estudos e políticas sociais do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), comentou que é preciso definir melhor as prioridades do que queremos fazer com as receitas do petróleo, considerando que esta é uma renda intergeracional e incorporando estados e municípios tanto no esforço de poupançaquanto na estratégia de investimentos.

 

"Temos que poupar para reservar parte dos recursos para as gerações futuras e evitar que a volatividade das receitas prejudique o equilíbrio macroeconômico; e temos ainda que investir para gerar desenvolvimento econômico que tanto beneficie gerações futuras quanto fortaleça a economia contra a doença holandesa", afirmou Castro. De acordo com o executivo, o atual modelo de distribuição de royalties mantem relação mínima com o que poderíamos chamar de critérios sociais, econômicos e ambientais de compensação, principalmente entre os municípios.

 

Alfredo Renault, superintendente da Organização Nacional da Indústria do Petróleo (ONIP), reforçou dizendo que o Brasil precisa rever o papel da produção de petróleo na economia do país, tanto para o desenvolvimento da cadeia produtiva quanto pela questão de bens e serviços, ou até mesmo através dos royalties. Na mesa redonda sobre o consumo consciente da energia, Luiz Augusto Horta, da Universidade Federal de Itajubá (UNIFEI), disse que uma das maneiras mais importantes para uma empresa exercer sua responsabilidade social é através da promoção da eficiência no uso da energia. Para Horta, o fomento ao mercado de gás natural, o incentivo à cogeração e a difusão de informações aos consumidores são ações importantes nessa direção.


"Além das ações usuais de promoção social, valorização e difusão da produção artística/ cultural, as empresas de petróleo, gás e biocombustíveis podem atuar de forma socialmente responsável em seu campo direto de ação, promovendo a eficiência econômica e energética e melhorando as condições ambientais", enfatizou. Nesse sentido, segundo ele, é essencial o balizamento do desenvolvimento dos sistemas energéticos mediante uma adequada política energética que auxilie e justifique a efetiva implementação dos conceitos da responsabilidade social no âmbito empresarial. 


Finalizando os debates, Marcos Moisés, gerente de Desenvolvimento de Mercado Granel da Supergasbras, empresa do grupo SHV Energy – líder mundial em distribuição de Gás LP, pontuou que o Gás LP (Gás Liquefeito de Petróleo), pode ser a ponte entre os combustíveis fósseis e as energias renováveis.


"O Gás LP é uma energia limpa, acessível e sustentável, mas ainda ocupa um espaço extremamente reduzido na política energética nacional e somente 3% na matriz elétrica brasileira. Ela é abundante e de fácil logística, mas é cercada de tabus relacionadas a sua competitividade econômica, segurança, eficiência e racionalidade logística e uso", comentou o gerente. O foco da Arena + 10 esteve no debate sobre como a questão econômica reflete nos impactos sociais e ambientais, ou seja, como os recursos financeiros se relacionam com aspectos sociais do desenvolvimento. As discussões estiveram focadas também no grande paradoxo que é o estímulo ao consumo enquanto a sociedade quer reduzir as emissões de carbono.


Publicação


Durante o evento, foi lançada a publicação “Boas Práticas de Responsabilidade Social Corporativa no Setor de Petróleo, Gás e Combustíveis”, o primeiro livro sobre a temática da responsabilidade social publicado pelo IBP, que desenvolveu a publicação para celebrar os 10 anos do seminário Arena +10. A publicação, que contou com a distribuição da Benício Biz Editores e Associados, mostra de forma abrangente e representativa uma coletânea de iniciativas de sucesso realizadas pelas empresas de diversos portes e pela academia no contexto setorial.



Fonte: Redação TN
Autor: Maria Fernanda Romero
Seu Nome:

Seu Email:

Nome do amigo:

Email do amigo:

Comentário:


Enviar