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Energia

EPE prevê investimento de R$ 1 trilhão até 2021

25/09/2012 | 10h24

 

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) prevê investimentos de R$ 1,097 trilhão no setor de energia brasileiro até 2021. Os dados constam da minuta do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2021), colocada em consulta pública na segunda-feira (24).
A EPE estima que o setor de energia elétrica será responsável por R$ 269 bilhões desse total, sendo R$ 213 bilhões em geração e R$ 56 bilhões em transmissão.
A maior fatia deverá ficar, segundo a EPE, com o setor de petróleo e gás natural, com R$ 749 bilhões. Só o segmento de exploração e produção responderá por R$ 547 bilhões, seguido pelo refino e infraestrutura de transporte, com R$ 198 bilhões. A oferta de gás natural deverá receber outros R$ 4 bilhões.
A oferta de biocombustíveis líquidos deverá receber, até 2021, outros R$ 79 bilhões, sendo R$ 71 bilhões para as usinas produtoras de etanol, R$ 7 bilhões para a infraestrutura dutoviária e portuária e R$ 1 bilhão para as usinas de produção de biodiesel.
A minuta traz ainda a estimativa de que a capacidade de geração elétrica crescerá 57% até 2021, passando de 116,5 gigawatts (GW), no ano passado, para 182,4 GW. Pela projeção da EPE, o incremento na geração será maior, de 34,9 GW, até 2016. Entre 2017 e 2021 serão outros 31 GW. A energia hidráulica vai ter o maior peso nesse aumento do parque de geração conectado ao Sistema Interligado Nacional (SIN), com 33,2 GW, atingindo o total de 116,8 GW de capacidade instalada em 2021. A seguir virão, pelas estimativas da EPE, a energia eólica, com 14,2 GW de aumento no parque de geração; a energia térmica, com 8,9 GW; a biomassa, com 5,7 GW; as pequenas centrais hidrelétricas, com 2,5 GW; e as usinas nucleares, com 1,4 GW.
O documento colocado ontem em consulta pública mostra ainda que a participação das fontes renováveis na matriz energética brasileira saltará dos atuais 43,1% para 45% em 2021.
A EPE ressalta que o crescimento da fatia das fontes renováveis será liderado pela expansão da oferta de derivados de cana-de-açúcar, que passarão de 16,4% para 21,2% da matriz energética entre 2011 e 2021.
Entre os combustíveis fósseis, a participação de petróleo e derivados na matriz cairá de 38,5% para 31,9%. O segmento de gás natural representará 15,5% da oferta de energia do país em 2021, frente aos 11% atuais.
Já a oferta de carvão mineral e derivados permanecerá com uma participação de 6,1% ao longo dos próximos dez anos, segundo a EPE.
As projeções da EPE levam em conta um crescimento do consumo de energia de 4,7% ao ano até 2021. A previsão foi feita baseada em uma estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,7% ao ano até 2021.

A Empresa de Pesquisa Energética (EPE) prevê investimentos de R$ 1,097 trilhão no setor de energia brasileiro até 2021. Os dados constam da minuta do Plano Decenal de Expansão de Energia (PDE 2021), colocada em consulta pública na segunda-feira (24).


A EPE estima que o setor de energia elétrica será responsável por R$ 269 bilhões desse total, sendo R$ 213 bilhões em geração e R$ 56 bilhões em transmissão.


A maior fatia deverá ficar, segundo a EPE, com o setor de petróleo e gás natural, com R$ 749 bilhões. Só o segmento de exploração e produção responderá por R$ 547 bilhões, seguido pelo refino e infraestrutura de transporte, com R$ 198 bilhões. A oferta de gás natural deverá receber outros R$ 4 bilhões.


A oferta de biocombustíveis líquidos deverá receber, até 2021, outros R$ 79 bilhões, sendo R$ 71 bilhões para as usinas produtoras de etanol, R$ 7 bilhões para a infraestrutura dutoviária e portuária e R$ 1 bilhão para as usinas de produção de biodiesel.


A minuta traz ainda a estimativa de que a capacidade de geração elétrica crescerá 57% até 2021, passando de 116,5 gigawatts (GW), no ano passado, para 182,4 GW. Pela projeção da EPE, o incremento na geração será maior, de 34,9 GW, até 2016. Entre 2017 e 2021 serão outros 31 GW. A energia hidráulica vai ter o maior peso nesse aumento do parque de geração conectado ao Sistema Interligado Nacional (SIN), com 33,2 GW, atingindo o total de 116,8 GW de capacidade instalada em 2021. A seguir virão, pelas estimativas da EPE, a energia eólica, com 14,2 GW de aumento no parque de geração; a energia térmica, com 8,9 GW; a biomassa, com 5,7 GW; as pequenas centrais hidrelétricas, com 2,5 GW; e as usinas nucleares, com 1,4 GW.


O documento colocado ontem em consulta pública mostra ainda que a participação das fontes renováveis na matriz energética brasileira saltará dos atuais 43,1% para 45% em 2021.


A EPE ressalta que o crescimento da fatia das fontes renováveis será liderado pela expansão da oferta de derivados de cana-de-açúcar, que passarão de 16,4% para 21,2% da matriz energética entre 2011 e 2021.


Entre os combustíveis fósseis, a participação de petróleo e derivados na matriz cairá de 38,5% para 31,9%. O segmento de gás natural representará 15,5% da oferta de energia do país em 2021, frente aos 11% atuais.


Já a oferta de carvão mineral e derivados permanecerá com uma participação de 6,1% ao longo dos próximos dez anos, segundo a EPE.


As projeções da EPE levam em conta um crescimento do consumo de energia de 4,7% ao ano até 2021. A previsão foi feita baseada em uma estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,7% ao ano até 2021.

 



Fonte: Valor Econômico
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