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Gás Natural

EPE e Firjan se opõem quanto ao risco de racionamento

22/09/2006 | 00h00

O presidente da Empresa de Pesquisa Energética, Maurício Tolmasquim, avalia que o estudo apresentado pela Firjan sobre a possibilidade de escassez de gás como frágil tecnicamente.

Segundo Tolmasquim, ao contrário do que diz o estudo da Firjan, o ano de 2006 foi positivo em termos de chuvas, com excessão da região Sul. No entanto, o executivo ressalta que o ano ainda não acabou e poderá haver uma reversão do quadro. "Nós estamos no período seco do ano, as chuvas ainda não começaram", diz.

O estudo da Firjan apresentou uma estimativa de que até o final do ano, o nível dos reservatórios poderia chegar a 40% da capacidade em novembro, o que foi considerado um volume muito baixo. Para Tolmasquim, o volume não deverá cair tanto, mas caso os reservatórios cheguem a 40% isso não representa nenhum problema.

Durante a Rio Oil & Gás, o presidente da EPE havia apresentado um estudo que afirmava justamente o oposto do estudo da Firjan.

Enquanto para a federação a tendência é de alto risco de falta de energia entre 2008 e 2009, para a EPE haverá atendimento pleno da demanda até 2009 e excesso de gás no disponível no mercado brasileiro a partir de 2010 e até 2015.

Segundo a avaliação, de Tolmasquim, os projetos de exploração e produção da Petrobras, a importação de GNL, além da importação da Bolívia atendem plenamente a demanda nacional. O estudo da Firjan também considera que se todos os projetos ocorram dentro dos prazos o risco de racionamento é retardada de 2008 para 2009.

Para que o racionamento ocorre efetivamente, segundo o estudo da Firjan, é preciso que ocorram dois fatores simultaneamente: falta de chuvas e atraso dos projetos da Petrobras de E&P e GNL.



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