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Energia

Eólicas estão todas ligadas ao sistema no Ceará

07/02/2014 | 14h55

 

A falta de linhas de transmissão não é mais um problema para que os parques eólicos atualmente instalados no Ceará possam operar. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), todos os empreendimentos em fase de produção já estão conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A informação também foi confirmada pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).
A ausência de linhas de transmissão chegou a ser um agravante para o setor no estado. Em agosto do ano passado, segundo matéria publicada pelo 'Diário do Nordeste', na edição do dia 22 daquele mês, cerca de 82% (500.000 kW) de toda a capacidade de geração eólica do Ceará estava parada devido ao problema, conforme havia informado o presidente da Câmara Setorial de Energia Eólica do Estado, Adão Linhares. À época, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), 20 empreendimentos estavam em fase de operação.
Segundo o órgão regulador, atualmente, apenas os estados do Rio Grande do Norte e Bahia possuem parques eólicos parados no país por conta da falta de linhas de transmissão. O primeiro tem 32 empreendimentos com a geração suspensa e o segundo, 16, conforme o levantamento da Agência. Quadro que, afirma Linhares, "revela a total falta de planejamento do governo federal".
Matriz energética cearense
Hoje, conforme a Aneel, existem 29 parques eólicos instalados no Ceará, com capacidade para gerar 691.044 kilowatts (kW). Destes, 23 produzem em escala comercial. Os seis restantes correspondem a micro e pequena geração de energia. Segundo cálculos aproximados da Abeeólica, a atual produção eólica cearense daria para suportar o consumo residencial de um estado como Roraima, que tem cerca de 488 mil habitantes.
Ainda segundo os dados da Aneel, existem em construção em solo cearense mais 26 parques eólicos, os quais terão capacidade para produzir outros 678.704 kW, que adicionados aos 691.044 kW existentes, elevarão a capacidade de geração eólica do Ceará para 1.369.748 kW, representando acréscimo superior a 98%.
Térmicas prevalecem
A principal fonte de geração de energia elétrica no Ceará continua sendo, no entanto, a térmica, com 24 usinas em operação - entre produção para consumo próprio e comercialização. Com 1.944.455 kW instalados, responde por pouco mais de 73% da capacidade total do Estado, com as usinas eólicas participando com aproximadamente 26%.
Com menos de 0,25% de participação na matriz energética do Ceará, operam ainda pequenas centrais hidrelétricas, centrais geradoras hidrelétricas e usinas solares, em sua maioria gerando para consumo privado.
Reservatórios em baixa
O nível dos reservatórios de água das hidrelétricas do Subsistema Sudeste/Centro-Oeste chegou a 38,87%, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O subsistema concentra 70% da capacidade de armazenamento dos reservatórios do País. Em fevereiro do ano passado, o nível estava em 45,48% e, em igual mês de 2012, chegou a 80,13%. Já no Nordeste, o nível dos reservatórios é o segundo pior - está em 42,81%. No Sul, atinge 52,72% e, no Norte, o indicador chega a 65,91%. A geração hidrelétrica é a principal fonte de energia elétrica brasileira.
Consumo
Na última terça-feira, 5, foi quebrado mais um recorde de consumo instantâneo de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional, com 65.708 megawatts médios (Mwm). O Subsistema Sudeste/Centro-Oeste, com demanda máxima de 51.187 Mwm às 15h41, registrou o segundo recorde na semana. Segundo o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, a falta de energia que afetou consumidores no Sul, Sudeste e Centro-Oeste naquela terça-feira não foi provocada pelo excesso de demanda, apesar do calor intenso nas últimas semanas e do baixo volume de chuva.

A falta de linhas de transmissão não é mais um problema para que os parques eólicos atualmente instalados no Ceará possam operar. Segundo a Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), todos os empreendimentos em fase de produção já estão conectados ao Sistema Interligado Nacional (SIN). A informação também foi confirmada pela Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).

A ausência de linhas de transmissão chegou a ser um agravante para o setor no estado. Em agosto do ano passado, segundo matéria publicada pelo 'Diário do Nordeste', na edição do dia 22 daquele mês, cerca de 82% (500.000 kW) de toda a capacidade de geração eólica do Ceará estava parada devido ao problema, conforme havia informado o presidente da Câmara Setorial de Energia Eólica do Estado, Adão Linhares. À época, de acordo com dados da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), 20 empreendimentos estavam em fase de operação.

Segundo o órgão regulador, atualmente, apenas os estados do Rio Grande do Norte e Bahia possuem parques eólicos parados no país por conta da falta de linhas de transmissão. O primeiro tem 32 empreendimentos com a geração suspensa e o segundo, 16, conforme o levantamento da Agência. Quadro que, afirma Linhares, "revela a total falta de planejamento do governo federal".


Matriz energética cearense

Hoje, conforme a Aneel, existem 29 parques eólicos instalados no Ceará, com capacidade para gerar 691.044 kilowatts (kW). Destes, 23 produzem em escala comercial. Os seis restantes correspondem a micro e pequena geração de energia. Segundo cálculos aproximados da Abeeólica, a atual produção eólica cearense daria para suportar o consumo residencial de um estado como Roraima, que tem cerca de 488 mil habitantes.

Ainda segundo os dados da Aneel, existem em construção em solo cearense mais 26 parques eólicos, os quais terão capacidade para produzir outros 678.704 kW, que adicionados aos 691.044 kW existentes, elevarão a capacidade de geração eólica do Ceará para 1.369.748 kW, representando acréscimo superior a 98%.


Térmicas prevalecem

A principal fonte de geração de energia elétrica no Ceará continua sendo, no entanto, a térmica, com 24 usinas em operação - entre produção para consumo próprio e comercialização. Com 1.944.455 kW instalados, responde por pouco mais de 73% da capacidade total do Estado, com as usinas eólicas participando com aproximadamente 26%.

Com menos de 0,25% de participação na matriz energética do Ceará, operam ainda pequenas centrais hidrelétricas, centrais geradoras hidrelétricas e usinas solares, em sua maioria gerando para consumo privado.


Reservatórios em baixa

O nível dos reservatórios de água das hidrelétricas do Subsistema Sudeste/Centro-Oeste chegou a 38,87%, segundo o Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS). O subsistema concentra 70% da capacidade de armazenamento dos reservatórios do País. Em fevereiro do ano passado, o nível estava em 45,48% e, em igual mês de 2012, chegou a 80,13%. Já no Nordeste, o nível dos reservatórios é o segundo pior - está em 42,81%. No Sul, atinge 52,72% e, no Norte, o indicador chega a 65,91%. A geração hidrelétrica é a principal fonte de energia elétrica brasileira.


Consumo

Na última terça-feira, 5, foi quebrado mais um recorde de consumo instantâneo de energia elétrica do Sistema Interligado Nacional, com 65.708 megawatts médios (Mwm). O Subsistema Sudeste/Centro-Oeste, com demanda máxima de 51.187 Mwm às 15h41, registrou o segundo recorde na semana. Segundo o diretor-geral do ONS, Hermes Chipp, a falta de energia que afetou consumidores no Sul, Sudeste e Centro-Oeste naquela terça-feira não foi provocada pelo excesso de demanda, apesar do calor intenso nas últimas semanas e do baixo volume de chuva.

 



Fonte: Diário do Nordeste
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