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Economia

Entidades industriais comemoram inclusão de novos setores na desoneração da folha

14/09/2012 | 10h36

 

As entidades que representam o setor industrial ficaram satisfeitas com a inclusão de novos setores na desoneração da folha de pagamentos. O governo anunciou na quintafeira (13) que 25 segmentos da economia serão beneficiados com desoneração da folha de pagamento, além dos 20 para os quais o incentivo foi concedido este ano.
Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a medida deve estimular a geração de empregos e melhorar a competitividade das empresas. “A indústria precisa pagar menos impostos para produzir mais, contratar mais trabalhadores e gerar mais renda na economia brasileira. Com a redução dos custos, vamos aumentar a competitividade do produto nacional e toda a população sairá ganhando”, informou a entidade, por meio de nota.
Pesquisa feita pela CNI no primeiro trimestre deste ano apontou que 82% dos entrevistados indicaram a desoneração da folha de pagamento como principal medida de reforma no sistema tributário nacional.
A medida também foi considerada “positiva” pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A entidade avaliou que a desoneração da folha de pagamento de mais 25 setores demonstra a preocupação do governo “em remover os entraves ao crescimento da produção e promover o aumento da competitividade brasileira”.
Em comunicado, a Fiesp destacou que o conjunto de medidas adotadas recentemente é “positivo e vai na correta direção da redução do custo Brasil”. As medidas citadas pela Fiesp são a proposta de redução das tarifas de energia elétrica, a série de queda da taxa básica de juros, a manutenção da taxa de câmbio de R$ 2 e as desonerações sobre a folha.
Apesar de comemorar o anúncio, a Fiesp espera outras benesses para o setor industrial. “O desafio de superar a falta de competitividade é amplo e exige empenho por parte do governo na adoção de medidas abrangentes e eficientes, com agilidade e constância. A desoneração da folha deve ser, portanto, sem compensação de alíquota sobre o faturamento”, diz o comunicado.

As entidades que representam o setor industrial ficaram satisfeitas com a inclusão de novos setores na desoneração da folha de pagamentos. O governo anunciou na quintafeira (13) que 25 segmentos da economia serão beneficiados com desoneração da folha de pagamento, além dos 20 para os quais o incentivo foi concedido este ano.


Para a Confederação Nacional da Indústria (CNI), a medida deve estimular a geração de empregos e melhorar a competitividade das empresas. “A indústria precisa pagar menos impostos para produzir mais, contratar mais trabalhadores e gerar mais renda na economia brasileira. Com a redução dos custos, vamos aumentar a competitividade do produto nacional e toda a população sairá ganhando”, informou a entidade, por meio de nota.


Pesquisa feita pela CNI no primeiro trimestre deste ano apontou que 82% dos entrevistados indicaram a desoneração da folha de pagamento como principal medida de reforma no sistema tributário nacional.


A medida também foi considerada “positiva” pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). A entidade avaliou que a desoneração da folha de pagamento de mais 25 setores demonstra a preocupação do governo “em remover os entraves ao crescimento da produção e promover o aumento da competitividade brasileira”.


Em comunicado, a Fiesp destacou que o conjunto de medidas adotadas recentemente é “positivo e vai na correta direção da redução do custo Brasil”. As medidas citadas pela Fiesp são a proposta de redução das tarifas de energia elétrica, a série de queda da taxa básica de juros, a manutenção da taxa de câmbio de R$ 2 e as desonerações sobre a folha.


Apesar de comemorar o anúncio, a Fiesp espera outras benesses para o setor industrial. “O desafio de superar a falta de competitividade é amplo e exige empenho por parte do governo na adoção de medidas abrangentes e eficientes, com agilidade e constância. A desoneração da folha deve ser, portanto, sem compensação de alíquota sobre o faturamento”, diz o comunicado.

 



Fonte: Agência Brasil
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