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Eneva e Energia Pecém firmam parceria com a Universidade Federal do Ceará

23/11/2015 | 11h08

 

A Eneva, por meio das usinas termelétricas Pecém II, no Ceará, e Itaqui, no Maranhão, em conjunto com a usina Energia Pecém, também no Ceará, assinaram convênio com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que visa a realização de estudos para a aplicação industrial das cinzas provenientes da queima de carvão mineral produzidas pelas usinas. A parceria prevê investimentos da ordem de R$ 2,5 milhões na realização das pesquisas e a expectativa inicial é que os primeiros resultados sejam obtidos no prazo de dois anos.
 
Os estudos irão avaliar a possibilidade de utilizar as cinzas na construção civil, utilização em estradas de rodagem, pavimentação e subcamadas, além de aplicações geotécnicas e ambientais. Segundo o professor Jorge Barbosa Soares, coordenador do Laboratório de Mecânica dos Pavimentos e responsável pelos estudos, o material será retirado de um dos depósitos das usinas e passará por testes de caracterização física e mecânica para análise de elementos como pressão e absorção de água.
 
“Estudos preliminares já foram realizados em laboratório, mas novas avaliações serão feitas para que se possa analisar melhor as condições das cinzas, que não têm uma característica homogênea. O trabalho envolverá a realização de testes convencionais como o Índice de Suporte Califórnia (ISC), e também ensaios mais avançados como o de módulo de resiliência, que permitirão obter informações sobre a rigidez do solo”, explica Jorge Soares.
 
Além da aplicação nas subcamadas dos pavimentos, as cinzas também poderão ser adicionadas na composição do asfalto. Após a realização das pesquisas em laboratório, os resíduos provenientes da queima do carvão mineral passarão por um período de avaliação em testes de campo com a pavimentação de algumas vias internas do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, no Ceará.
 
Cimenteira já utiliza as cinzas
 
Atualmente, as cinzas provenientes das usinas Pecém II e Energia Pecém são direcionadas para a Cimento Apodi, que as utiliza como matéria-prima para a fabricação de cimento. Mensalmente, a cimenteira cearense adquire cerca de 550 toneladas do subproduto, o que auxilia na redução da estocagem do resíduo.
 
Outras aplicações
 
As cinzas do carvão mineral também representam uma fonte alternativa para outros segmentos. O resíduo pode ser utilizado em diversos segmentos da construção, como aterros estruturais, blocos de cinza e cal, cerâmicas, materiais para impermeabilização de bacias de contenção, remediação de solos, entre outras aplicações.
 
Sobre as usinas
 
A Energia Pecém, empresa do Grupo EDP, é responsável pela operação da usina termelétrica Porto do Pecém Geração de Energia S/A, situada no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), em São Gonçalo do Amarante (CE).
 
O empreendimento tem capacidade total de 720 MW e o objetivo de atender ao crescimento da demanda por energia elétrica do estado, da região Nordeste e do Sistema Interligado Nacional (SIN).
 
As termelétricas da ENEVA, Pecém II (365 MW), no Ceará, e Itaqui (360 MW), no Maranhão, geram energia segura para o país. As usinas utilizam tecnologias de controle ambiental, que promovem a queima limpa do carvão mineral para gerar energia, reduzindo as emissões de material particulado na atmosfera.
 
Pecém II tem o seu controle compartilhado (50/50) entre a ENEVA, que atua na geração e comercialização de energia elétrica no Brasil e possui negócios complementares na exploração e produção de gás natural, e a E.ON, uma das principais fornecedoras de energia da Europa. Itaqui, por sua vez, é um empreendimento 100% ENEVA.

A Eneva, por meio das usinas termelétricas Pecém II, no Ceará, e Itaqui, no Maranhão, em conjunto com a usina Energia Pecém, também no Ceará, assinaram convênio com a Universidade Federal do Ceará (UFC), que visa a realização de estudos para a aplicação industrial das cinzas provenientes da queima de carvão mineral produzidas pelas usinas. A parceria prevê investimentos da ordem de R$ 2,5 milhões na realização das pesquisas e a expectativa inicial é que os primeiros resultados sejam obtidos no prazo de dois anos.
 
Os estudos irão avaliar a possibilidade de utilizar as cinzas na construção civil, utilização em estradas de rodagem, pavimentação e subcamadas, além de aplicações geotécnicas e ambientais. Segundo o professor Jorge Barbosa Soares, coordenador do Laboratório de Mecânica dos Pavimentos e responsável pelos estudos, o material será retirado de um dos depósitos das usinas e passará por testes de caracterização física e mecânica para análise de elementos como pressão e absorção de água.
 
“Estudos preliminares já foram realizados em laboratório, mas novas avaliações serão feitas para que se possa analisar melhor as condições das cinzas, que não têm uma característica homogênea. O trabalho envolverá a realização de testes convencionais como o Índice de Suporte Califórnia (ISC), e também ensaios mais avançados como o de módulo de resiliência, que permitirão obter informações sobre a rigidez do solo”, explica Jorge Soares.
 
Além da aplicação nas subcamadas dos pavimentos, as cinzas também poderão ser adicionadas na composição do asfalto. Após a realização das pesquisas em laboratório, os resíduos provenientes da queima do carvão mineral passarão por um período de avaliação em testes de campo com a pavimentação de algumas vias internas do Complexo Industrial e Portuário do Pecém, no Ceará.
 
Cimenteira já utiliza as cinzas
 
Atualmente, as cinzas provenientes das usinas Pecém II e Energia Pecém são direcionadas para a Cimento Apodi, que as utiliza como matéria-prima para a fabricação de cimento. Mensalmente, a cimenteira cearense adquire cerca de 550 toneladas do subproduto, o que auxilia na redução da estocagem do resíduo.
 
Outras aplicações
 
As cinzas do carvão mineral também representam uma fonte alternativa para outros segmentos. O resíduo pode ser utilizado em diversos segmentos da construção, como aterros estruturais, blocos de cinza e cal, cerâmicas, materiais para impermeabilização de bacias de contenção, remediação de solos, entre outras aplicações.
 
Sobre as usinas
 
A Energia Pecém, empresa do Grupo EDP, é responsável pela operação da usina termelétrica Porto do Pecém Geração de Energia S/A, situada no Complexo Industrial e Portuário do Pecém (CIPP), em São Gonçalo do Amarante (CE).
 
O empreendimento tem capacidade total de 720 MW e o objetivo de atender ao crescimento da demanda por energia elétrica do estado, da região Nordeste e do Sistema Interligado Nacional (SIN).
 
As termelétricas da ENEVA, Pecém II (365 MW), no Ceará, e Itaqui (360 MW), no Maranhão, geram energia segura para o país. As usinas utilizam tecnologias de controle ambiental, que promovem a queima limpa do carvão mineral para gerar energia, reduzindo as emissões de material particulado na atmosfera.
 
Pecém II tem o seu controle compartilhado (50/50) entre a ENEVA, que atua na geração e comercialização de energia elétrica no Brasil e possui negócios complementares na exploração e produção de gás natural, e a E.ON, uma das principais fornecedoras de energia da Europa. Itaqui, por sua vez, é um empreendimento 100% ENEVA.

 



Fonte: Redação/Assessoria
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